Água em lata é tendência de mercado

2 de novembro de 2022 às 0h25

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Crédito: Divulgação

Na noite do último domingo, o som de uma lata sendo aberta ao vivo, em rede nacional, chamou a atenção de muitas pessoas, principalmente pelo fato de a lata em questão conter água em seu interior. Já conhecida como a embalagem tradicional das cervejas, refrigerantes e energéticos, a lata de alumínio vem ganhando espaço entre outras bebidas no Brasil, como vinho, café, drinques prontos e água mineral.

Bebidas em lata agregam às marcas e consumidores mensagens de sustentabilidade dentro da agenda ESG e, neste cenário, a Ball Corporation, líder mundial em embalagens sustentáveis de alumínio, é responsável pela introdução de novas categorias no mercado.

A empresa, com sede sul-americana em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, e 10 fábricas localizadas em Águas Claras (RS), Brasília (DF), Extrema (Sul de Minas), Frutal (Triângulo Mineiro), Pouso Alegre (Sul de Minas), Jacareí (SP), Recife (PE) e Três Rios (RJ) e a unidade de tampas de alumínio em Recife (PE) e Manaus (AM), é protagonista no desenvolvimento da categoria de água desde 2020, quando a primeira marca em lata chegou no Brasil e registrou o dobro de vendas até setembro deste ano em comparação ao ano passado. A expectativa da empresa é chegar à marca de dezenas de milhares de latas somente para esta categoria em 2023.

Esse crescimento surge alinhado às tendências sustentáveis, com 60% dos consumidores da Geração Z tendo preocupações acerca deste tema ao escolherem marcas e produtos, segundo o Edelman Trust Barometer 2022, em seu relatório especial “A nova dinâmica da influência”.

Além disso, o aumento no consumo das bebidas em lata, apontado como 5,2% em 2021 pela Abralatas, é justificado pelas vantagens da embalagem: quando descartada corretamente, volta às prateleiras como uma nova lata em até 60 dias, sendo 100% e infinitamente reciclável, com taxa de reciclagem de aproximadamente 99% no Brasil, o que exemplifica um modelo perfeito de economia circular, além de um consumo de até seis vezes menos água durante a fabricação em comparação com outras embalagens. Apostando no desenvolvimento sustentável, a companhia ainda espera um crescimento anual do mercado de latas para águas de dois dígitos altos, entre 2023 e 2027.

“Observamos um novo perfil de consumidor nas novas gerações: muito mais atento a hábitos saudáveis para os produtos que consome. Por isso, achamos incrível quando produtos como a água em lata, conectados diretamente com mensagens sustentáveis, ganham atenção. Pensando que a água é o melhor que a natureza pode nos oferecer, imprescindível para nossa sobrevivência, a água em lata é o melhor que podemos oferecer para a natureza”, explica o Diretor de Marketing e Novos Negócios da Ball para América do Sul, Hugo Magalhães.

Sobre o som da lata de água sendo aberta ser igual ao de outros produtos envasados na embalagem, ele explica: “Toda bebida envasada na lata precisa de pressão interna junto ao produto para criar resistência física na embalagem, para que ela não amasse. O barulho é simplesmente o alívio dessa pressão”.

Para o mercado de água, especificamente, a lata é a única opção que apresenta uma solução completa, inclusive com vantagens para os amantes do produto com gás. Com a vedação hermética da embalagem, que protege melhor o gás da bebida, a água com gás oferece ao consumidor por muito mais tempo a experiência da bebida que acabou de ser envasada. Isso faz com que a lata possibilite maior vida útil para a bebida nas prateleiras e alcance territórios mais distantes.

Por acreditar na água em lata como tendência atual do mercado de bebidas, inclusive, a Ball registrou algumas campanhas de impacto e conscientização voltadas ao produto. A principal delas foi ativar junto a Minalba Brasil, a água em lata como bebida oficial das corridas da Santander Track&Field Run Series, impactando quase 125 mil corredores até setembro deste ano. A água em lata também está presente nos voos da Gol no trecho Recife-Noronha, arquipélago que conta com a Lei Plástico Zero e que abrigará o 1º Laboratório de Economia Circular do Brasil, o Vadelata Pelo Planeta, patrocinado pela Ball.

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