DC inicia processo rumo à jornada ESG

Jornal, em parceria com a Seall, inaugura essa caminhada através de uma pesquisa destinada a todos os stakeholders

23 de setembro de 2022 às 0h30

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Crédito: Michelle Mulls

Há alguns anos, o DIÁRIO DO COMÉRCIO vem transformando seus modelos produtivos e entregas em vistas de dar luz a ações interligadas à nova economia e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). Para isso criou, em 2017, o Movimento Minas 2032 (MM2032), que propõe uma discussão sobre um modelo de produção duradouro e inclusivo, capaz de ser sustentável, e o estabelecimento de um padrão de consumo igualmente responsável.

Agora, o DC entra em uma nova fase de aprimoramento da gestão e busca alinhar o discurso e o apoio a projetos propositivos à sua própria atuação, por meio da adesão de premissas estabelecidas pelos ODS e Agenda ESG aos processos internos.

“Entendemos que essas agendas da nova economia não são apenas metas para garantir o futuro, mas também grandes oportunidades de negócio. Elas já fazem parte do nosso dia a dia no que se refere às discussões, posicionamentos e produção de conteúdo. Mas chegou o momento de irmos além e estruturarmos nossa gestão e estratégia de acordo com esses princípios”, explica a presidente e diretora editorial do DC, Adriana Muls.

A empresa inicia esse processo contando com a expertise da Seall, startup de impacto que auxilia organizações a fortalecerem seus legados por meio de uma gestão estratégica e inovadora sob os aspectos socioambiental e econômico. O primeiro passo é uma pesquisa destinada a todos os stakeholders, incluindo colaboradores, clientes, anunciantes, parceiros e demais partes interessadas. O objetivo é entender a percepção de cada um em relação ao impacto do DIÁRIO DO COMÉRCIO na sociedade.

A construção de uma jornada de impacto rumo às práticas da nova economia

O resultado vai ancorar o trabalho de aprimoramento da gestão, alinhando ações e estratégias da empresa aos valores propostos e discutidos no âmbito do desenvolvimento sustentável e relacionados à nova economia. Com mentoria da Seall, que já integra o MM2032, serão definidos caminhos a serem seguidos a partir dos dados coletados na pesquisa. A partir daí, à medida que o processo ganhar mais complexidade, outras etapas serão desenvolvidas.

“Diante de transformações sucessivas na nova economia, nós, como veículo especializado em economia, gestão e negócios, somos responsáveis por dar luz a esses movimentos. Enxergamos urgência em discutir e democratizar as questões que permeiam os modelos de negócios e as formas de se relacionar com a sociedade e o meio ambiente. Queremos despertar o senso de responsabilidade com a garantia de um futuro que seja mais justo, igualitário, responsável e mais próspero com as futuras relações”, ressalta.

Empresas precisam estar engajadas

A diretora executiva da Seall, Gabriela Ferolla, por sua vez, comenta sobre a importância de as organizações estarem cada vez mais engajadas com agendas propositivas como ESG e os ODS. Segundo ela, uma jornada de impacto promove oportunidades diferenciadas aos negócios, inclusive financeiras.

Os padrões de produção e consumo precisam estar alinhados e equilibrados entre empresas, pessoas e ecossistemas. Para isso, as organizações precisam olhar além e adotar ações que as insiram num contexto mais amplo e inclusivo; integrar o senso de responsabilidade e conferir mais clareza aos impactos que podem gerar, traçando estratégias mais assertivas rumo aos propósitos estabelecidos. Isso hoje é fator de existência e perenidade”, explica.

A jornada do DC

O processo da Jornada de Impacto do DIÁRIO DO COMÉRCIO, segundo Gabriela Ferolla, prevê a materialidade da Agenda 2030, dentro do contexto institucional da empresa. São ações que integram as estratégias administrativas às percepções dos stakeholders para, em um segundo momento, desdobrar a atuação e potencializar o impacto positivo do veículo na sociedade.

A pesquisa é o primeiro passo de entendimento de como a empresa tem adotado projetos e estratégias e como vem executando-os em prol da Agenda. Também há uma avaliação sobre as temáticas prioritárias que mais se relacionam com os ODS para a contribuição de um mundo mais próspero para as futuras gerações. 

“Norteamos o trabalho a partir de uma pergunta que toda empresa deve responder: Se o DC deixar de existir hoje, o que ficará de legado? É isso que a Seall ajuda as empresas a descobrir e construir”, conclui.

Acesse o link e participe da pesquisa Materialidade Estratégica à Agenda 2030. Sua participação é muito importante para nos ajudar a entender a percepção da sociedade sobre o trabalho que buscamos realizar em prol da transformação positiva e geração de valor para todos.

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