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DC inicia processo rumo à jornada ESG

Jornal, em parceria com a Seall, inaugura essa caminhada através de uma pesquisa destinada a todos os stakeholders
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DC inicia processo rumo à jornada ESG
Crédito: Michelle Mulls

Há alguns anos, o DIÁRIO DO COMÉRCIO vem transformando seus modelos produtivos e entregas em vistas de dar luz a ações interligadas à nova economia e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU). Para isso criou, em 2017, o Movimento Minas 2032 (MM2032), que propõe uma discussão sobre um modelo de produção duradouro e inclusivo, capaz de ser sustentável, e o estabelecimento de um padrão de consumo igualmente responsável.

Agora, o DC entra em uma nova fase de aprimoramento da gestão e busca alinhar o discurso e o apoio a projetos propositivos à sua própria atuação, por meio da adesão de premissas estabelecidas pelos ODS e Agenda ESG aos processos internos.

“Entendemos que essas agendas da nova economia não são apenas metas para garantir o futuro, mas também grandes oportunidades de negócio. Elas já fazem parte do nosso dia a dia no que se refere às discussões, posicionamentos e produção de conteúdo. Mas chegou o momento de irmos além e estruturarmos nossa gestão e estratégia de acordo com esses princípios”, explica a presidente e diretora editorial do DC, Adriana Muls.

A empresa inicia esse processo contando com a expertise da Seall, startup de impacto que auxilia organizações a fortalecerem seus legados por meio de uma gestão estratégica e inovadora sob os aspectos socioambiental e econômico. O primeiro passo é uma pesquisa destinada a todos os stakeholders, incluindo colaboradores, clientes, anunciantes, parceiros e demais partes interessadas. O objetivo é entender a percepção de cada um em relação ao impacto do DIÁRIO DO COMÉRCIO na sociedade.

A construção de uma jornada de impacto rumo às práticas da nova economia

O resultado vai ancorar o trabalho de aprimoramento da gestão, alinhando ações e estratégias da empresa aos valores propostos e discutidos no âmbito do desenvolvimento sustentável e relacionados à nova economia. Com mentoria da Seall, que já integra o MM2032, serão definidos caminhos a serem seguidos a partir dos dados coletados na pesquisa. A partir daí, à medida que o processo ganhar mais complexidade, outras etapas serão desenvolvidas.

“Diante de transformações sucessivas na nova economia, nós, como veículo especializado em economia, gestão e negócios, somos responsáveis por dar luz a esses movimentos. Enxergamos urgência em discutir e democratizar as questões que permeiam os modelos de negócios e as formas de se relacionar com a sociedade e o meio ambiente. Queremos despertar o senso de responsabilidade com a garantia de um futuro que seja mais justo, igualitário, responsável e mais próspero com as futuras relações”, ressalta.

Empresas precisam estar engajadas

A diretora executiva da Seall, Gabriela Ferolla, por sua vez, comenta sobre a importância de as organizações estarem cada vez mais engajadas com agendas propositivas como ESG e os ODS. Segundo ela, uma jornada de impacto promove oportunidades diferenciadas aos negócios, inclusive financeiras.

Os padrões de produção e consumo precisam estar alinhados e equilibrados entre empresas, pessoas e ecossistemas. Para isso, as organizações precisam olhar além e adotar ações que as insiram num contexto mais amplo e inclusivo; integrar o senso de responsabilidade e conferir mais clareza aos impactos que podem gerar, traçando estratégias mais assertivas rumo aos propósitos estabelecidos. Isso hoje é fator de existência e perenidade”, explica.

A jornada do DC

O processo da Jornada de Impacto do DIÁRIO DO COMÉRCIO, segundo Gabriela Ferolla, prevê a materialidade da Agenda 2030, dentro do contexto institucional da empresa. São ações que integram as estratégias administrativas às percepções dos stakeholders para, em um segundo momento, desdobrar a atuação e potencializar o impacto positivo do veículo na sociedade.

A pesquisa é o primeiro passo de entendimento de como a empresa tem adotado projetos e estratégias e como vem executando-os em prol da Agenda. Também há uma avaliação sobre as temáticas prioritárias que mais se relacionam com os ODS para a contribuição de um mundo mais próspero para as futuras gerações.

“Norteamos o trabalho a partir de uma pergunta que toda empresa deve responder: Se o DC deixar de existir hoje, o que ficará de legado? É isso que a Seall ajuda as empresas a descobrir e construir”, conclui.

Acesse o link e participe da pesquisa Materialidade Estratégica à Agenda 2030. Sua participação é muito importante para nos ajudar a entender a percepção da sociedade sobre o trabalho que buscamos realizar em prol da transformação positiva e geração de valor para todos.

Sobre o autor

Mara Bianchetti

Editora do Diário do Comércio. Graduada em Jornalismo pela Newton Paiva, com especialização em Jornalismo em Ambientes Digitais pelo UniBH. Premiada entre os jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças. LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/marabianchetti/

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