Dinossauros invadem estacionamento do Mineirão na Capital

11 de junho de 2021 às 0h25

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Maior desafio do Jurassic Safari Experience era fazer um evento desse porte em formato drive-in | Crédito: Camila Cara

Eles já não existem há milhões de anos mas são capazes de mexer com a imaginação de crianças e adultos e movimentar a economia de onde quer que passem. Não, os dinossauros não voltaram à vida mas prometem invadir Belo Horizonte em um espetáculo que envolve mais de 100 profissionais.

O megaevento Jurassic Safari Experience acontece no Estacionamento G3 do Estádio Mineirão, entre os dias 26 de junho e 18 de julho. A ideia é misturar interatividade, diversão e ciência em um ambiente lúdico e recheado de conhecimento, no formato de um safari.

De acordo com o diretor artístico do Jurassic Safari Experience, Diego Biaginni, os participantes irão percorrer em seus carros um caminho com réplicas de dinossauros em tamanho real. Ao final deste percurso, os veículos serão direcionados a um espaço e estacionados em frente a uma arena para o início do show. A apresentação conta a história de um grupo de cientistas que recriou dinossauros de diversos períodos a partir do DNA de fósseis.

O espetáculo já passou por cidades como Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Brasília (DF) e Porto Alegre (RS), contando com mais de 300 mil espectadores até o momento. Em Belo Horizonte serão 28 sessões e a capacidade do local escolhido é de 100 carros por vez.

“O maior desafio era fazer um evento desse porte em formato drive-in. A ideia do safari foi criar um entretenimento de qualidade e com segurança. Os dinossauros são personagens da imaginação das crianças, eles existiram, mas ninguém os viu pessoalmente. São três tipos de mecanismos: os infláveis, os animatronics (robôs) e os manipulados pelos atores. Toda a tecnologia veio de fora. Temos uma mão de obra técnica e bailarinos superespecializados. Tivemos um treinamento especial, com vídeos para mostrar a movimentação dos bichos. Os figurinos são enormes, com sistema de refrigeração, câmeras para mostrar o entorno para os atores. É um trabalho pesado porque as roupas não são leves e exigem que os bailarinos interajam com as pessoas e o ambiente”, explica Biaginni.

Sem falar no valor do investimento, o diretor destaca a movimentação na economia local ocasionada pela atração. Além dos gastos com hospedagem, transporte e alimentação da trupe, a produção faz contratação de técnicos e artistas locais.

“Existe uma produtora da cidade que contrata mão de obra local, para montagem de palco e outras atividades técnicas, apoiando a estrutura que viaja de cidade em cidade. Também buscamos bailarinos da cidade que vão trabalhar usando os figurinos em ações de divulgação do espetáculo”, afirma o diretor artístico.

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