Diversidade deve ser um compromisso da liderança e de todos os envolvidos

As organizações que consideram a DE&I como parte da sua cultura precisam desenvolver uma estratégia de comunicação que dissemine esses princípios para todos os seus stakeholders

13 de setembro de 2023 às 16h19

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Crédito: Samuel Martins

Para ajudar a criar e a fortalecer ambientes corporativos saudáveis e produtivos aconteceu hoje, em Belo Horizonte, o workshop “Comunicação Interna & Diversidade”. Realizado pela Prefácio Comunicação, o evento, voltado para clientes e parceiros, contou com a participação de especialistas e executivos que compartilharam dados e experiências em Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I).

Apoiado pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO, o workshop “Comunicação Interna & Diversidade”, que aconteceu na região Centro-Sul, debateu o papel da comunicação interna na construção de um ambiente melhor e mais seguro para todas as pessoas. 

De acordo com a diretora da Prefácio e painelista no evento, Celuta Utsch, as empresas que têm DE&I como valor e prática precisam contar com uma comunicação corporativa que transborde isso para todos os seus públicos, gerando conscientização e engajamento.

“A comunicação interna ganhou força a partir da pandemia, entrando, definitivamente, na estratégia das empresas. Os colaboradores atingiram uma visibilidade dentro das empresas que ainda não havia acontecido. E, com isso, o tema diversidade também avançou. Consideramos que a comunicação interna é responsável por transmitir os valores internamente e provocar transformações nas pessoas, nas empresas e na sociedade em geral”, explicou Celuta Utsch. 

Para a presidente e diretora editorial do DIÁRIO DO COMÉRCIO, Adriana Muls, o tema da DE&I deve começar a ser debatido e as ações postas em prática a partir do indivíduo. 

“A comunicação a partir do indivíduo é aquela capaz de transformar. Se começamos a nos responsabilizar pelas palavras que dizemos, começamos a mudar as coisas. A comunicação pode ser simples se a gente coloca afeto para se conectar”, afirmou Adriana Muls. 

Para tratar o tema “ESG na estratégia do negócio”, foi convidado o CEO da TSEA, José Roberto Reynaldo. A empresa, especializada no desenvolvimento de produtos para atender às necessidades do mercado de geração, transmissão e distribuição de energia, tem plantas produtivas em Minas, nas cidades de Contagem e Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

“Para que o ESG esteja realmente dentro da estratégia e não seja só mais um assunto que aparece ocasionalmente, a alta direção precisa assumir esse compromisso. Tem que definir uma agenda de longo prazo, para que ela não atinja somente as questões dos interesses imediatos. Essa decisão deve ser inserida no contexto das pessoas, vindo de cima e seguir permeando os mais diferentes níveis”, destacou Reynaldo.

A especialista em comunicação não violenta, Iaçanã Woyames, chamou a atenção para o fato da DE&I não dizer a respeito aos grupos minorizados mas, sim, a cada um de nós. 

“A diversidade é um assunto que atravessa todos nós. Ela não é uma estratégia, uma ferramenta ou uma técnica, é um jeito de ser e de pensar. É também é um convite para o nosso individual, também para que a gente possa pensar institucionalmente”, avaliou Iaçanã Woyames.

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