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A leitura sempre se fez presente na vida de Stéphanie Habrich, desde a infância. Mas, diferentemente de outras crianças da sua idade, a pequena cidadã recém-chegada ao Brasil, de ascendência franco-alemã, não se interessava tanto por livros ou quadrinhos.

Seu maior foco estava nos jornais e revistas, muito comuns na Europa. Veículos de imprensa especialmente pensados e produzidos para crianças, com linguagem acessível, que traduziam ao público infantojuvenil as notícias com que os adultos já tinham intimidade.

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Apesar de seu profundo interesse e paixão por essas publicações, Stéphanie Habrich passou por um longo caminho antes de alcançar seu sonho de proporcionar às crianças brasileiras o mesmo jornalismo de qualidade que ela teve acesso há algumas décadas. Essa trajetória é contada no livro “Uma Jornada com Propósito”, lançado no fim de 2020, pela Editora Magia de Ler.

O livro é uma viagem no tempo em que é possível entender a paixão de Stéphanie Habrich pelos jornais e revistas europeus que marcaram sua infância. Ela conta como, mesmo morando no Brasil, seus pais ainda mantinham o hábito de assinar os veículos que traziam as notícias da França, Alemanha e do mundo e divide com o leitor a experiência de colocar em prática sua ideia de ter, aqui no Brasil, um veículo que permitisse aos jovens brasileiros ter garantido o direito à informação, previsto, inclusive, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

Stéphanie Habrich divide com o leitor sua jornada, conta como o mercado financeiro e a vida em Nova York não eram mais tão atraentes e como o atentado de 11 de setembro de 2001 mudou para sempre os rumos de sua carreira. “Ter sobrevivido à queda das Torres Gêmeas foi um grande e importante passo de conscientização das minhas crenças”, relembra.

Os desafios da época do atentado foram determinantes para que a fundadora do Joca pudesse seguir outros caminhos em sua carreira. E, quando encontrou seu propósito, inspirada pelas experiências que teve com os periódicos europeus, Stéphanie Habrich criou o Joca, em novembro de 2011.

De lá para cá, nesses 10 anos, a publicação se tornou não só o único jornal brasileiro em seu modelo feito para o público infantojuvenil, como também uma referência para professores e pais, que utilizam o veículo como material informativo na escola e em casa.

“As crianças precisam entender o mundo em que vivem e, assim, mudar a realidade e o futuro. O Joca traz a esse público a informação de qualidade, com uma linguagem simples e contextualizada, ajudando a essas crianças e jovens a desenvolver suas próprias opiniões e senso crítico. A missão do Joca é trabalhar para transformar uma geração”, diz Stéphanie Habrich.

O Joca é um jornal produzido especialmente para o público infantojuvenil. Fundado em novembro de 2011, por Stéphanie Habrich, em São Paulo, é o principal veículo brasileiro no setor, trazendo notícias de atualidades para crianças e adolescentes.

Desenvolvido pela editora Magia de Ler, o jornal Joca foi criado com o objetivo de fornecer conteúdos de qualidade, com linguagem adaptada e contextualizada, para informar e ensinar crianças e jovens, desenvolvendo o senso crítico, por meio do jornalismo imparcial.

Com quase 10 anos de existência, o jornal Joca tem entre seus princípios a formação de cidadãos ativos na sociedade, além de trabalhar a Educação Midiática, levando informação de qualidade e o debate sobre o que acontece no mundo para o público infantojuvenil – em suas casas, nas escolas públicas e particulares em todas as regiões do Brasil. Conheça mais sobre o Joca pelas redes sociais: instagram.com/jornaljoca/ facebook.com/jornaljoca/ linkedin.com/company/jornaljoca/ ou pelo YouTube.

SINOPSE

• O capítulo 4 conta como o contato com notícias desde a infância ajuda crianças e jovens na formação de seu pensamento crítico;

• O relato de como os leitores do Joca passam a se interessar mais por temas como ciência e tecnologia, enquanto não leitores do jornal são mais atraídos por assuntos que envolvem celebridades e criminalidade;

• Pesquisas que relatam que 75% dos leitores do Joca disseram se informar a partir de jornais e revistas; apenas 15% dos não leitores citaram esses veículos;

• “Uma Jornada com Propósito” ainda traça os pilares do jornal, desde o papel da linguagem não infantilizada até a prática da contextualização e da explicação de termos;

• Acesso à informação e combate às fake news feitos por meio do jornalismo infantojunveil como potencializadores da diminuição de desigualdades, principalmente no sexto capítulo;

• Cases de sucesso do Joca em diversas escolas, como na Escola Estadual Henrique Dumont Villares, no bairro do Jaguaré, cidade de São Paulo, que, por meio de doação, começou a usar o Joca em sala de aula em 2015, para mais de 800 alunos. Após o início do trabalho com o jornal, a escola, que tinha meta no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em 2015 de 5,7, atingiu pontuação de 7,7, marca semelhante do Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp) no mesmo ano.

FICHA TÉCNICA

Título: Uma Jornada com Propósito
Autor: Stéphanie Habrich
Editora: Magia de Ler
Páginas: 280
Preço: R$ 48,90
Link de compra: https://bit.ly/37S5cQb

Produção literária vira filão de mercado

O Brasil vive uma das maiores crises econômicas das últimas décadas. No trimestre passado, o desemprego atingiu 14,6% dos brasileiros e, segundo a Fundação Getulio Vargas, essa taxa pode atingir 16% neste ano. Dentro desse cenário, profissionais de diferentes ramos buscam maneiras para se destacar no mercado de trabalho.

Há diversas estratégias para se conseguir uma recolocação, entre elas estão: networking, recorrer a empresas de recolocação profissional e a produção de conteúdo. Essa última, permite que o profissional demonstre o seu conhecimento e experiência escrevendo sobre um assunto que domina. Pode ser um blog, um site, uma página nas redes sociais, ou o formato mais ambicioso e eficaz: o livro.

Para Eduardo Villela, profissional com mais de 16 anos no mercado editorial e especialista em assessorar pessoas e famílias e empresas na escrita e publicação de seus livros, a produção de livros por profissionais com experiência em gestão de negócios (ex.: gerentes e executivos) e profissionais liberais e autônomos, como médicos, psicólogos, contadores, arquitetos, engenheiros e advogados, cresceu consideravelmente nos últimos anos.

“Esses profissionais que, tradicionalmente, não tinham o hábito de escrever livros, perceberam que era uma excelente oportunidade para se destacarem entre os colegas, ganharem relevância, clientes e deixarem legado. O interesse desses perfis em terem os próprios livros continuará crescendo nos próximos anos”, conclui o especialista.

Essa tendência do mercado editorial foi facilitada pelos e-books que permitiram uma maior facilidade na divulgação de uma obra sem a necessidade de editoras e gráficas. Porém, Villela alerta para o que ele considera uma banalização do e-book.

“O conteúdo de um e-book deve ter a mesma qualidade e cuidado dedicados à construção de um livro impresso. Muitos profissionais, no ímpeto de publicar uma obra para ganhar notoriedade e autoridade sobre um tema, produzem conteúdos superficiais e que agregam pouco aos leitores”, afirma Villela.

Antes de se debruçar na escrita de um livro é preciso que o autor principiante conheça muito bem o tema que falará a respeito, conheça também as características do público-alvo e estruture um bom roteiro de capítulos. Construir um livro bem-feito exige planejamento, organização, disciplina e orientação especializada.

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