Me Protege planeja expandir a presença em cidades de Minas Gerais

O projeto de expansão da rede dará um foco maior nas grandes cidades do Estado

22 de janeiro de 2024 às 19h06

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Crédito: Adobe Stock

A rede Me Protege, microfranquia especializada na venda de planos de saúde e seguros no modelo home based, planeja expandir a atuação em Minas Gerais. A rede, que já possui duas unidades em Belo Horizonte, pretende lançar entre cinco e dez operações no Estado ainda neste exercício.

O diretor comercial da Me Protege, Marlon Lúcio, revela que o investimento previsto para esse plano de expansão em Minas está em, aproximadamente, R$ 100 mil. “Como a nossa franquia não demanda investimento tão alto por parte do franqueado, atrair esse franqueado e treiná-lo também não demanda um investimento tão alto também”, explica.

O foco da expansão se dará em cidades como Juiz de Fora, na Zona da Mata, Uberlândia, no Triângulo Mineiro, Poços de Caldas, na região Sul de Minas, e em Ipatinga, no Vale do Aço. E a microfranquia também pretende ampliar sua presença na Capital. “A ideia é explorar todo o Estado, porém, dar um foco maior nessas cidades”, revela o executivo.

Lúcio revela que a empresa já possui sete unidades negociadas. Elas estão localizadas na capital mineira; Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH); Juiz de Fora, na Zona da Mata; Araguari, no Triângulo Mineiro; e Itaguara, na região Central.

Segundo ele, o ecossistema de Minas Gerais e o fato do Estado ser um dos destaques no segmento de micro-empreendedorismo, estando entre os que mais cresceram no Brasil, são fundamentais para a expansão do negócio. “O próprio povo de Minas é muito empreendedor, a gente já teve outra operação de franquia que também foi muito bem recebida no Estado”, comenta.

Expansão no mercado nacional

A iniciativa em Minas Gerais faz parte do projeto da Me Protege de alcançar 100 operações em todo Brasil ainda no primeiro trimestre deste ano e mais de 4,5 mil clientes até o final de 2024. Para conseguir viabilizar esse plano, a empresa optou pelo modelo de microfranquia.

O grande atrativo para quem busca investir neste modelo de operação, além da alta demanda, é o elevado valor de comissionamento para os franqueados. “O mercado de saúde por não contar com time próprio de vendas acaba oferecendo uma remuneração bastante interessante através de contratos mais longos, desta forma, conseguimos repassar uma parte desse valor para nossos franqueados que chega a 50%”, explica Lúcio.

A proposta da rede é ser uma franquia acessível a todos os perfis. Para isso, a empresa está apostando em um modelo chamado Smart, com comissão de 50% sobre o valor da primeira mensalidade e treinamento para captação de leads. O valor cobrado é de R$ 997,00 ou 12 vezes de R$ 99,00 mensais, incluindo taxa de franquia.

Sócios da Me Protege.
Marlon Lúcio, Claudio Augusto, Eduardo Koji e Rafael Lemos são sócios da rede Me Protege | Crédito: Me Protege / Divulgação

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