Número de pedidos pela internet registrou aumento de 136% na Páscoa de 2021

30 de abril de 2021 às 0h15

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Crédito: Reprodução

Estudo realizado pela Lett, startup especialista em Trade Marketing Digital, comprovou as expectativas de crescimento da Páscoa de 2021 no e-commerce. O estudo analisou, por meio de inteligência de dados, os nove maiores fabricantes de chocolates do Brasil, as 50 principais marcas de chocolates, 12 e-commerces e 497 produtos.

Os resultados mostram que mesmo com o desemprego em alta e a economia instável, durante o período de 23 de março a 11 de abril, a Páscoa movimentou o comércio com a venda on-line de mais de 600 mil produtos e obteve o faturamento de R$ 64,4 milhões, o valor representa um acréscimo de 84%, quando comparado a arrecadação do mesmo período em 2020. No total foram analisados 497 produtos separados em três categorias: Barras de Chocolate, Bomboniere e Ovos de Páscoa.

A pesquisa apontou que as empresas Nestlé, Lacta, Ferrero e Arcor tiveram os melhores resultados na Páscoa 2021 no e-commerce. A Nestlé, por exemplo, trouxe ao público um mix de pelo menos 180 produtos como opção de compra para o período.

Tíquete médio – Quando o assunto é a compra de chocolates, o tíquete médio dos produtos é um fator que influencia diretamente no comportamento do consumidor. Segundo dados apontados pelo Opinion Box, cerca de 52% dos shoppers previam um orçamento entre R$ 11 e R$ 30 para o consumo.

As marcas ouviram as tendências do mercado. Considerando os dados das nove principais indústrias analisadas, seis das grandes marcas (Ferrero, Delicce, Hersheys, Arcor, Lacta e Nestlé) apresentaram tíquete médio abaixo de R$ 30.

Porém, os preços médios dos Ovos de Páscoa, Barras de Chocolate e Bomboniere se alteraram bastante entre o período de 23 de março a 11 de abril.

Na categoria de Ovos de Páscoa, no período anterior à Páscoa, de 23 a 30 de março, houve a maior alta nos preços, chegando a custar cerca de R$41,17. Em seguida, os produtos entraram em queda nos preços.

Estoque – A disponibilidade dos produtos para a compra do consumidor foi outro critério analisado pela pesquisa da Lett durante a Páscoa, que apontou que a taxa de disponibilidade média entre os fabricantes analisados foi de 61,64%. Porém, quando o estudo é analisado por categoria, há algumas diferenças. Os produtos de Ovos de Páscoa, por estarem associados a uma demanda de extrema sazonalidade tiveram percentuais médios mais baixos, com cerca de 33% de disponibilidade de estoque.

Já os produtos dos segmentos de Barras de Chocolates e Bomboniere se mantiveram com altos índices de disponibilidade durante todo o período analisado pela pesquisa. Isso tende a acontecer porque, apesar das marcas venderem bastante esse tipo de produto na Páscoa, posteriormente elas continuam com demanda de consumo.

Outra análise apresentada pelo estudo está relacionada à busca dos consumidores por produtos de Páscoa na internet. No ano de 2021, a busca por Barras de Chocolate foi ligeiramente maior que Bomboniere se comparada ao ano de 2020. Porém as pesquisas por itens de “Ovos de Páscoa” seguem como maioria na preferência do público, mesmo que por um período limitado.

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