Rede de lojas equatoriana Disensa chega à Capital

Controlada pelo grupo LafargeHolcim, empresa investiu R$ 450 mil em BH

29 de junho de 2022 às 0h28

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Loja em BH fica no bairro Jardim Leblon, na Pampulha | Crédito: Divulgação

Parte do grupo LafargeHolcim, a Disensa – rede de lojas de material de construção equatoriana -, foca seus esforços de expansão em Minas Gerais e São Paulo. Para intensificar o trabalho no Estado, foi inaugurada a primeira unidade em Belo Horizonte, no formato standard, no bairro Jardim Leblon (região da Pampulha). O investimento total ficou em torno de R$ 450 mil.

Com mais de 1.800 lojas em oito países, a rede chegou ao Brasil em 2018 e já possui mais de 130 franqueados, no Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco e Paraíba.

De acordo com o gerente-geral da Disensa, Henrique Gutterres, para fazer a expansão para Minas, que deve se tornar o segundo maior mercado da empresa no Brasil rapidamente, era preciso muita organização.

“O Estado é muito grande, podemos abrir o raio de atuação ou até abrir raios paralelos, mas sempre pensando na distribuição, atuando próximos às nossas plantas produtivas. Hoje a logística é um fator que onera muito o preço para o consumidor final, então é preciso fazer uma expansão calculada”, explica Gutterres.

A marca trabalha, basicamente, com dois perfis de franqueados: os pequenos comerciantes que querem fazer a conversão de bandeira de suas lojas e os investidores que encontraram no mercado de material de construção uma boa opção de negócio.

“A Disensa é uma rede direcionada ao pequeno varejista de material de construção. O mercado é composto em 90% por um varejo pulverizado, ainda pouco profissionalizado. Assim como aconteceu com outros setores, como drogarias, que passou por uma concentração há pouco mais de uma década, por exemplo, o setor de material de construção vai passar por essa transformação. Com a nossa experiência, damos suporte para esse pequeno empreendedor. Ele precisa atender melhor o consumidor que mudou de hábitos durante a pandemia e fazer uma gestão mais eficiente do negócio. Antigamente a competição era entre os pequenos, agora o mercado brasileiro já atrai grandes marcas globais que chegam com conhecimento e capacidade de investimento”, pontua.

A mudança do consumidor de material de construção acompanha a transformação ocorrida em todo o varejo ao longo dos últimos dois anos impactados pelas políticas de isolamento social. A experiência digital atingiu em cheio esse mercado, mas não foi percebida e vivida por todos da mesma forma.

“A pandemia trouxe como grande mudança a transformação digital. As compras on-line viraram uma necessidade. No mínimo um canal de WhatsApp as empresas tiveram que abrir. A mudança na forma de pensar do consumidor tem que mudar o varejista. A capacidade de leitura do mercado é o que pode garantir a ele a continuidade do negócio. A resistência à mudança é muito perigosa”, alerta o gerente-geral da Disensa.

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