Up Estate prevê R$ 1 bi de ativos sob gestão

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Up Estate prevê R$ 1 bi de ativos sob gestão
Crédito: Divulgação/ Up Estate

A profissionalização do mercado imobiliário por meio da inovação e da desburocratização. É isso que a proptech Up Estate faz. Com atuação em dez estados brasileiros, a startup mineira já conta com contratos de locações ativas em 18 municípios, por meio de 110 imobiliárias e possui metas audaciosas para este e o próximo exercício.

Uma delas, segundo o fundador e CEO, Matheus Penna Santos, é atingir R$ 1 bilhão de ativos sob gestão até o fim deste ano. Outra é chegar a marca de 500 imobiliárias em 2023.

Como forma de ancorar este e outros objetivos, a startup acaba de receber um aporte de R$ 1,5 milhão da associação de investimento-anjo BR Angels e lidera outra rodada ainda em curso de R$ 3 milhões.

De acordo com o executivo, o aporte financeiro chega em um momento importante para o negócio. Segundo ele, o montante será destinado para a otimização da tecnologia, que abrange desde a análise de crédito até a gestão de cobranças, reduzindo assim o tempo para a locação dos imóveis.

“Estamos em ritmo acelerado de crescimento. Com o aprimoramento da nossa tecnologia, vamos lançar novas soluções para as imobiliárias, sempre com o objetivo de ajudá-las a melhorar o processo de gestão e os serviços prestados junto a inquilinos e proprietários. Basicamente vamos apostar nas imobiliárias da base e automatizar processos”, diz.

Up Estate auxilia gestão de imobiliárias

Fundada em 2017, a Up Estate oferece uma série de soluções em vistas de profissionalizar e desburocratizar o mercado de locação de imóveis. Da análise cadastral a emissão e envio de contrato, boleto e outras cobranças, sem onerar os custos do negócio. Além de facilitar a locação para os inquilinos que não têm que apresentar fiador.

“Prestamos serviço para as imobiliárias de maneira a impactar inquilinos e locadores. O primeiro, em vistas de desburocratizar, o segundo proporcionando segurança no processo. Junto às imobiliárias cuidamos de toda a gestão financeira e cobranças. As empresas ficam responsáveis pela parte comercial e relacionamento com clientes”, explica.

Sobre os negócios, Santos revela que do ano passado para este, a proptech multiplicou seu tamanho. A pandemia acabou impulsionando os negócios, já que diante da consequente crise econômica, as imobiliárias perceberam ainda mais a importância da gestão financeira e da garantia do recebimento do aluguel.

”Os gestores das imobiliárias sabiam que esses pontos eram importantes, mas nunca tinham vivido um evento que afetasse de tal forma como foi a Covid-19. Todos tiveram que se reinventar”, conclui.

Sobre o autor

Mara Bianchetti

Editora do Diário do Comércio. Graduada em Jornalismo pela Newton Paiva, com especialização em Jornalismo em Ambientes Digitais pelo UniBH. Premiada entre os jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças. LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/marabianchetti/

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