Up Estate prevê R$ 1 bi de ativos sob gestão

30 de setembro de 2022 às 0h26

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Crédito: Divulgação/ Up Estate

A profissionalização do mercado imobiliário por meio da inovação e da desburocratização. É isso que a proptech Up Estate faz. Com atuação em dez estados brasileiros, a startup mineira já conta com contratos de locações ativas em 18 municípios, por meio de 110 imobiliárias e possui metas audaciosas para este e o próximo exercício.

Uma delas, segundo o fundador e CEO, Matheus Penna Santos, é atingir R$ 1 bilhão de ativos sob gestão até o fim deste ano. Outra é chegar a marca de 500 imobiliárias em 2023.

Como forma de ancorar este e outros objetivos, a startup acaba de receber um aporte de R$ 1,5 milhão da associação de investimento-anjo BR Angels e lidera outra rodada ainda em curso de R$ 3 milhões.

De acordo com o executivo, o aporte financeiro chega em um momento importante para o negócio. Segundo ele, o montante será destinado para a otimização da tecnologia, que abrange desde a análise de crédito até a gestão de cobranças, reduzindo assim o tempo para a locação dos imóveis. 

“Estamos em ritmo acelerado de crescimento. Com o aprimoramento da nossa tecnologia, vamos lançar novas soluções para as imobiliárias, sempre com o objetivo de ajudá-las a melhorar o processo de gestão e os serviços prestados junto a inquilinos e proprietários. Basicamente vamos apostar nas imobiliárias da base e automatizar processos”, diz.

Up Estate auxilia gestão de imobiliárias

Fundada em 2017, a Up Estate oferece uma série de soluções em vistas de profissionalizar e desburocratizar o mercado de locação de imóveis. Da análise cadastral a emissão e envio de contrato, boleto e outras cobranças, sem onerar os custos do negócio. Além de facilitar a locação para os inquilinos que não têm que apresentar fiador. 

“Prestamos serviço para as imobiliárias de maneira a impactar inquilinos e locadores. O primeiro, em vistas de desburocratizar, o segundo proporcionando segurança no processo. Junto às imobiliárias cuidamos de toda a gestão financeira e cobranças. As empresas ficam responsáveis pela parte comercial e relacionamento com clientes”, explica.

Sobre os negócios, Santos revela que do ano passado para este, a proptech multiplicou seu tamanho. A pandemia acabou impulsionando os negócios, já que diante da consequente crise econômica, as imobiliárias perceberam ainda mais a importância da gestão financeira e da garantia do recebimento do aluguel.

”Os gestores das imobiliárias sabiam que esses pontos eram importantes, mas nunca tinham vivido um evento que afetasse de tal forma como foi a Covid-19. Todos tiveram que se reinventar”, conclui.

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