Destaques da Semana

8 de dezembro de 2023 às 0h02

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Empresa norte-americana, que conta com uma unidade coletora de resíduos no Vale do Aço, deve gerar 760 empregos | Crédito: Adobe Stock

Harsco deve investir R$ 220 milhões em nova planta no Vale do Aço

A Harsco Metals Ltda, que atua no tratamento de resíduos de siderurgia, deve investir R$ 220 milhões em Timóteo, no Vale do Aço, onde a companhia norte-americana já tem unidade coletora de resíduos na principais usinas siderúrgicas da região. O protocolo de intenções foi assinado ontem com o governo do Estado, afirmou o vice-governador, Mateus Simões (Novo), em entrevista exclusiva ao DIÁRIO DO COMÉRCIO. A nova unidade poderá gerar 760 empregos. “Eles precisam estar próximos às empresas siderúrgicas e da mineração. A empresa vai promover a economia circular no Estado”, ressaltou o vice-governador. As obras da construção da planta devem ser no início do próximo ano, de acordo com Simões.

Chinesas são fornecedoras de lítio para gigantes do mercado mundial de veículos elétricos | Crédito: Adobe Stock

Atlas Lithium fecha acordo com chineses

A Atlas Lithium fechou um acordo com dois grupos chineses para venda de ações e de parte da primeira produção de concentrado de espodumênio para baterias no Vale do Jequitinhonha. A Chengxin Lithium Group e Yahua Industrial Group, fornecedores de hidróxido de lítio para gigantes do mercado mundial de veículos elétricos, como a BYD e a Tesla, se tornaram sócias da Atlas e receberão o mineral extraído e beneficiado em Minas Gerais. As duas companhias se comprometeram, meio a meio, a pagar US$ 50 milhões para a mineradora. Do montante, US$ 10 milhões foram de aporte de capital. Os outros US$ 40 milhões referem-se a um pré-pagamento não dilutivo em troca de 80% dos ativos da fase 1 da empresa no Vale do Lítio, cuja previsão é ser iniciada até o quarto trimestre de 2024.

Minas Gerais ocupa 1º lugar em área de floresta plantada no Brasil; são mais de 2,3 milhões de hectares de florestas cultivadas em mais de 203 cidades | Crédito: Divulgação/Amif

Aumento na importação de aço prejudica a silvicultura em Minas

Além de impactar a siderurgia brasileira, o aumento da importação do aço, principalmente da China, prejudicar a silvicultura, cujo dia nacional é comemorado hoje. A presidente da Associação Mineira da Indústria Florestal (Amif), Adriana Maugeri, explica que o mercado da madeira em Minas Gerais tem dois pilares importantes: a fabricação de papel celulose e a produção do carvão vegetal que abastece a metalurgia, gusa, ligas e produção de aço. Segundo ela, grande parte do aço chinês é feito com maior emissão de gás de efeito estufa na comparação com o setor nacional, já que uma grande parcela do setor no País utiliza carvão vegetal.

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