Novo profissional do Direito exige cursos inovadores

26 de outubro de 2022 às 0h28

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Crédito: Divulgação

O relacionamento entre as empresas e seus funcionários evoluiu enormemente, principalmente por talentos qualificados em habilidades digitais, especializados em seu campo de atuação e com uma postura de “soft people”.

Uma das consequências pós-pandemia é o aumento da mobilidade dos talentos, que se expressa por partidas voluntárias e, muitas vezes, em mudanças nos modelos de negócios, sempre em busca de sentido para a missão da empresa.

É óbvio que o advento da inteligência artificial e o uso das demais tecnologias, além das outras mudanças culturais, já vinham impactando na prática diária do Direito antes do advento do coronavírus. Nesse sentindo, as habilidades necessárias para esses profissionais foram ampliadas para diversos outros campos também pela adoção de ferramentas digitais.

Quando falamos na busca de novos talentos, com conhecimento fundamental do campo estudado, aliado à habilidade essencial de poder trabalhar transversalmente, estamos implicando carreiras jurídicas a se encaixarem nesta evolução do mercado de trabalho que demanda.

Profissionais capazes de serem gestores, lideranças, promover relacionamentos pertinentes com os atores envolvidos no projeto da empresa, da instituição ou, mais geralmente, de qualquer organização orientada por sua missão.

De acordo com esta tendência, o talento jurídico, sem negar a necessidade profunda do direito, deve, naturalmente, ser também um talento digital, empreendedor, liderança engajada e responsável quer eleja uma carreira no judiciário, quer eleja uma carreira como advogado independente ou como advogado de empresa.

Em todas essas situações, a inteligência digital e emocional requer a capacidade de ler, analisar e contextualizar as coisas, o que exigirá colaborações transversais.

Esta última habilidade, que define as “soft people”, não é um critério único. Ela é composta de várias dimensões que se relacionam com a capacidade de integração em uma cultura organizacional, seja ela judicial ou empresarial. Requer a capacidade de aprender a aprender e de se questionar, uma capacidade de trabalhar em grupo para ganhar agilidade e uma visão mais global nas análises. Além disso, é claro que estes talentos devem trabalhar a serviço de uma missão bem especificada.

Nesta evolução, o mundo jurídico retém certos estatutos que reconhecem habilidades jurídicas específicas, como a do advogado ou, por certo, aquelas distintas para a atuação no Poder Judiciário. No entanto, os profissionais não podem escapar deste movimento que impõe estas novas habilidades digitais, transversais e humanas. Isto é igualmente verdade para advogados internos que, além de um departamento, devem contribuir para o projeto global da empresa e saber colaborar em equipes multidisciplinares. Esta experiência jurídica, digital e humana deve, portanto, ajudar a resolver os problemas, respeitando as obrigações legais e a transparência. Ele continua sendo um analista e fiador diante dos riscos legais, trabalho que ele compartilha com muitos membros da empresa. Ele atua como um representante ativo da função legal, preventiva e, quando inevitável, contenciosa. Todas essas atividades exigem capacidade de colaboração. E como mencionado em artigos anteriores, o advogado também está envolvido, hoje, em uma discussão permanente com seus colegas sobre questões de ESG ou, melhor ainda, de EDG, sem nunca perder a ambição de ajudar sua organização a respeitar a diversidade cultural.

Finalmente, o advogado interno compreende os desafios comerciais da empresa e contribui para a criação de valor na atividade administrada orientada ao cliente.

É visto que o talento jurídico está evoluindo muito rapidamente e é tão essencial para cada passo dado pelas empresas e órgãos judiciais, a administração das empresas ou instituições deve fazê-lo ainda mais rapidamente em sua abordagem gerencial convidando os funcionários para o aprendizado de longa duração, retomando uma frase muito famosa de Richard Branson: “Treinar as pessoas bem o suficiente para que elas possam sair, tratá-las bem o suficiente para que não queiram”.

A SKEMA, School of Knowledge Economy and Management, lança dia 28/10, em Belo Horizonte, o Curso de Direito da SKEMA Business School Brasil. A criação deste curso faz parte do compromisso da instituição em desenvolver uma escola mundial abrangente e dotada de formas de ensino que ultrapassem abordagens tradicionais de educação. No Brasil, a SKEMA assume o desafio de inovar na carreira do Direito. O curso foi estruturado para habilitar o aluno a atuar nas carreiras jurídicas tradicionais, na área empresarial e na interface entre direito e tecnologia. A grade curricular que mantém todo o arcabouço teórico e prático clássico e contempla conteúdos relacionados a novas ferramentas como processos eletrônicos, legal design, proteção de dados e inteligência artificial. E habilita o profissional para ser gestor de sua carreira pessoal, de um escritório, de um departamento jurídico público ou privado ou até mesmo de uma vara ou tribunal do Poder Judiciário.

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