Maria Cutia apresenta “Aquarela: um show cênico”

Os ingressos deverão ser retirados 30 minutos antes de cada sessão na recepção

19 de janeiro de 2024 às 5h08

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Crédito: Tati Motta

No próximo domingo (21), às 11h, o grupo Maria Cutia leva ao Memorial Vale, na Praça da Liberdade, a montagem “Aquarela: um show cênico”, dentro da programação do “Férias Divertidas no Memorial”. O espetáculo brinca com a linguagem performativa das artes plásticas, onde cenário e figurinos são literalmente pintados pelos atores em cena, colorindo uma grande aquarela ao vivo para o público. No palco estarão Mariana Arruda, Leonardo Rocha e Hugo da Silva que executarão a trilha sonora ao vivo. Todas as canções apresentadas são autorais e foram pensadas no intuito de fugir do lugar comum de músicas para crianças (como as que falam de bichos ou com teor educativo).

Com a música em cena, o público é imerso em atmosferas e histórias com temas pouco abordados para a infância, como a solidão, o bullying, o frenesi, os ditados e expressões populares, na tentativa de fugir do didatismo ou da previsibilidade. Os ingressos deverão ser retirados 30 minutos antes de cada sessão na recepção do Memorial Vale, com apenas um ingresso por pessoa.

Em “Aquarela: um show cênico”, as canções originais têm os desenhos de instrumentos e arranjos vocais assinados por Babaya Morais e Hugo da Silva. A linguagem do ator brincante e o jogo sincero com a plateia, permeados pelo estudo da palhaçaria (linguagem pesquisada há 15 anos pelo Grupo Maria Cutia), formam o norte estético do espetáculo, em que as canções e cenas são feitas para e com a plateia.

As músicas passeiam por ritmos que vão da valsa ao frevo e até por um carnaval sem instrumentos, usando apenas a boca. A dramaturgia e as letras das canções são todas assinadas pelo Maria Cutia, numa mistura entre dados biográficos dos três atores, ficções e jogos fonéticos e semânticos. O universo dos trava-línguas, os ritmos de uma aula de dança, as palavras erradas do tatibitate de uma criança quando aprende a falar, expressões conotativas que usam nomes de animais, são algumas das inspirações das composições.

O Grupo Maria Cutia de Teatro foi criado em Belo Horizonte em 2006 e desde então apresenta seus espetáculos em praças, parques e ruas de Minas, do Brasil e do mundo. Como frentes de pesquisa artística, o grupo trabalha com o diálogo entre música e teatro, numa investigação autoral que denomina “música-em-cena”. Em todos os seus espetáculos, a trilha é executada ao vivo pelos atores, em uma pesquisa que alia a dramaturgia à canção.

Tem ativos em seu repertório quatro espetáculos de teatro de rua e palco, dois shows cênicos e um espetáculo solo. Ao partir de diferentes linguagens – do jogo do palhaço, das máscaras expressivas, do ator brincante, dos textos clássicos ou de uma dramaturgia original – cada espetáculo foi elaborado de uma forma distinta, mas sempre voltado para o espectador.

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