Comerciantes estão otimistas com o Carnaval de Belo Horizonte

A maioria espera por volumes de vendas superiores ao registrado no Carnaval do ano passado

7 de fevereiro de 2024 às 17h39

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Pouco mais da metade das empresas estarão funcionando durante o Carnaval | Crédito: Cristina Moreno de Castro / Diário do Comércio

A maioria dos comerciantes de Belo Horizonte estão otimistas em relação ao Carnaval deste ano, com 71% que acreditam que o período de festividades será positivo para os setores de comércio, serviço e turismo da Capital. Os principais motivos para a expectativa positiva são o aumento do movimento nos estabelecimentos (61,8%) e de turistas na cidade (40,8%).

De acordo com o levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG), em parceria com a Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur), 49,6% estima volume de vendas superior ao registrado no Carnaval do ano passado. Outros 23,9% esperam alcançar o mesmo resultado e apenas 8% acredita que as vendas serão menores.

Por outro lado, 18,1% acreditam que o Carnaval de rua da Capital poderá ser algo ruim para o comércio, serviço e para o turismo da cidade. A desorganização foi o motivo mais citado por essa parcela dos comerciantes pessimistas com o período, seguida pela queda do comércio, apontada por 37,5% dos empresários.

Pouco mais da metade (51,1%) das empresas vai funcionar durante o Carnaval. Dentre elas, 67,3% estarão abertas todos os dias. No entanto, ainda existem 39,4% de empresários que não estão planejando abrir seus negócios nesse período.

De acordo com o estudo, a maioria dos comerciantes (60,2%) não pretende investir em ações para a data. Dentre aqueles que farão algum aporte, 22,1% planejam aumentar o estoque. Além disso, pouco menos da metade (44,2%) dos comerciantes já recebeu todas as encomendas e se consideram preparados para as vendas no período, contra 19,5% ainda não estão preparados e 14,2% não ainda realizaram os pedidos.

A aposta por preços promocionais e o uso de propagandas estão entre as estratégias preferidas pelos comerciantes da capital mineira, com 18,6% e 13,3%, respectivamente. No entanto, a maioria (45,1%) não pretende adotar medidas para incrementar as vendas no Carnaval.

Para 40,7% dos empresários entrevistados no levantamento da Fecomércio-MG, o momento de maior movimento nos estabelecimentos será o período que antecede as festividades. Outros 34,5% acreditam que todos os dias de festa serão marcados por boa movimentação de clientes e 15,9% destacam a passagem dos blocos como o momento de maior movimento.

Na visão dos comerciantes, o Pix será a forma de pagamento predominante durante a folia, é o que aponta 34,5% dos participantes da pesquisa. Logo em seguida aparecem o cartão de crédito, à vista (24,8%) e de débito (21,2%).

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