TIM Brasil prevê investimento de pelo menos R$ 4,4 bi em 2024

O lucro da operadora subiu 52,6% no quarto trimestre de 2023, para R$ 900 milhões

7 de fevereiro de 2024 às 8h44

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Crédito: Adobe Stock

São Paulo – A TIM Brasil espera investimentos entre R$ 4,4 bilhões e R$ 4,6 bilhões em 2024, segundo projeções divulgadas em fato relevante nesta terça-feira (7).

A operadora de telecomunicações prevê uma alta entre 7% e 9% no Ebitda este ano em relação ao ano passado, e um crescimento de 5% a 7% na receita de serviços na comparação ano a ano.

A TIM projeta para sua linha móvel “melhoria contínua e sustentável do mercado”, impulsionada por quatro fatores: uma nova dinâmica de mercado mais racional e com clientes focados em valor e qualidade, essencialidade do serviço móvel, oportunidade de incremento uso com aumento da demanda por dados, e acessibilidade de preços, afirmou a empresa no documento.

Lucro da operadora sobe 52,6%

O lucro líquido normalizado da TIM Brasil subiu 52,6% no quarto trimestre de 2023, para R$ 900 milhões na comparação com o mesmo período do ano anterior, conforme mostrou relatório de resultados divulgado nesta terça-feira.

Já o lucro líquido reportado mais que dobrou ante os meses de outubro a dezembro de 2022, alcançando R$ 1,1 bilhão.

A controlada da europeia Telecom Italia apurou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) normalizado de R$ 3,15 bilhões no período, crescimento de 7,5% ante o último trimestre de 2022, com margem Ebitda normalizada em 50,2%, avanço de 0,3 ponto percentual ano a ano.

A operadora de telecomunicações registrou receita líquida normalizada de R$ 6,28 bilhões, alta de 6,8% na base anual, em desempenho impulsionado principalmente pelo crescimento da receita de serviços móveis e de banda larga TIM UltraFibra.

Já a receita de serviço móvel da TIM Brasil subiu 7,6% ano a ano, a R$ 5,7 bilhões, enquanto a do serviço fixo avançou 1,6%, a R$ 329 milhões, na mesma base de comparação.

O número de usuários móveis ao final de 2023 caiu 2% ano a ano, para 61,2 milhões, refletindo um movimento combinado de crescimento da base do pós-pago (+1,4% ano a ano), para 27,6 milhões de acessos, e recuo do pré-pago (-4,6% ano a ano), para 33,6 milhões, afirmou a TIM.

Ainda no segmento móvel, a receita média mensal por usuário (ARPU) normalizada alcançou R$ 31,10, expansão de 15,8% na base anual. “Esse resultado novamente reforça o foco da TIM na busca por uma maior monetização de sua base de clientes em linha com sua estratégia”, afirmou a empresa em relatório.

No segmento fixo, a TIM UltraFibra atingiu uma base de clientes de 802 mil conexões no encerramento do ano passado, um crescimento anual de 12,1%.

Os custos e as despesas operacionais normalizados somaram R$ 3,13 bilhões no quarto trimestre, crescimento de 6,2% frente ao mesmo período do ano imediatamente anterior, com uma maior carga de despesas nas linhas de interconexão.

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