Poços de Caldas, no sul de Minas Gerais, foi construída dentro de um vulcão extinto há 80 milhões de anos. A caldeira tem 800 km² de extensão e é uma das maiores estruturas do tipo no mundo. É dela que vêm as águas termais, o clima de montanha e o solo que produz cafés especiais na região.
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O que fazer em Poços de Caldas
O Thermas Antônio Carlos, inaugurado em 1931 com arquitetura neoclássica, é o primeiro balneário termal moderno do país e a atração mais procurada da cidade. As águas sulfurosas chegam a 45°C.
O teleférico sobe 1.500 metros até o Cristo Redentor, no cume da Serra de São Domingos, a 1.686 metros de altitude, com vista do contorno inteiro da caldeira vulcânica. O equipamento funciona desde 1974.
A Fonte dos Amores tem queda d’água e um monumento em mármore assinado pelo escultor italiano Giulio Starace. O Recanto Japonês reúne lago de carpas, casa de chá e jardim oriental. A cidade conta ainda com parques e cachoeiras, entre elas o Véu das Noivas e a Cascata das Antas. Os ingressos variam de R$ 15 a R$ 78 e podem ser adquiridos pelo Citur.
O solo vulcânico favorece cafés especiais com acidez cítrica, cultivados na região e valorizados no mercado de grãos de alta qualidade.


Qualidade de vida acima da média mineira
Com 172 mil habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Poços de Caldas foi eleita em 2025 a cidade com maior desenvolvimento socioeconômico de Minas Gerais, ocupando a 54ª posição no ranking nacional.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,779 coloca Poços de Caldas entre os seis municípios mineiros com melhor qualidade de vida. Em 2025, a cidade entrou ainda no grupo das dez mais felizes do estado pelo Índice de Felicidade Territorial, metodologia baseada em modelo da Organização das Nações Unidas (ONU).