No último dia 2 de maio, banhistas da praia de Riviera de São Lourenço, em Bertioga, São Paulo, presenciaram um evento meteorológico raro. Uma nuvem em formato de tsunami surgiu no céu, capturando a atenção de todos.
Conhecidas por sua formação tubular e baixa altitude, essas nuvens se formaram devido a condições atmosféricas específicas, associadas a uma frente de rajada oriunda de tempestades no litoral.

A Defesa Civil de Bertioga relatou que os ventos alcançaram velocidades de até 60 km/h durante o fenômeno. Este evento não é inédito, mas a dimensão e o impacto visual gerado pela nuvem a tornaram um destaque nas redes sociais. Muitos internautas compararam sua aparência a um “tsunami”, expressão comum para descrever sua impressionante extensão horizontal.
Entenda o fenômeno
As nuvens de rolo, ou volutus, são observadas em altitudes baixas e possuem a aparência de tubos gigantes. Essas formações são geralmente provocadas pela passagem de frentes frias, que impulsionam o ar quente à frente.
O sistema de tempestade específico que gerou a nuvem de rolo em Bertioga avançou por todo o litoral paulista, gerando ventos intensos e alterações nas condições atmosféricas locais.
Reações nas redes sociais
A aparência única da nuvem de rolo rapidamente se tornou um tema viral na internet. As imagens e vídeos compartilhados pelos banhistas evidenciaram o fascínio que o fenômeno provocou.
Embora visualmente dramáticas, estas nuvens não indicam perigo direto, mas sim a interação de diferentes fatores climáticos.
Especialistas explicam que essas nuvens são formadas por correntes de ar que criam uma rotação horizontal. É importante destacar que, ao contrário de um tsunami, essas nuvens são produtos das dinâmicas do ar, sem qualquer ligação com distúrbios submarinos.




