Mix Conteúdos Digitais
  • Início
  • Últimas Notícias
  • Contato
  • PUBLICIDADE LEGAL
Mix Conteúdos Digitais
Sem resultados
Ver todos os resultados
Mix Conteúdos Digitais
Sem resultados
Ver todos os resultados

Nova causa da esquizofrenia foi descoberta e você ficará em choque

Por Pedro Silvini
28/04/2025
Em Geral
0
Pesquisadores da Unicamp

Pesquisadores da Unicamp (Reprodução/Unicamp)

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desvendaram mais uma peça importante do complexo quebra-cabeça da esquizofrenia: uma proteína, chamada hnRNP A1, pode ter um papel-chave no surgimento da doença, ainda durante a formação do cérebro.

Recomendado para você

  • Menino diz estilista costura vestidoAos 4 anos, menino diz aos pais que é estilista e costura um vestido para a irmã; aos 7, apresenta uma coleção inteira e entra para o Guinness
  • Conquistar territórios alexandre grande estudouAntes de conquistar territórios, Alexandre, o Grande, estudou com Aristóteles; escavação revela salas e mosaicos do complexo ligado à educação do futuro conquistador
  • Homem escravizado aprendeu escrever gravouHomem escravizado aprendeu a escrever e gravou poemas nos vasos que produzia; quase dois séculos depois, descendentes recuperam duas de suas obras
  • Freiras cobriram pinturas de deuses nus em uma residência de Roma; séculos depois, restauradores retiram as camadas e fazem as imagens reaparecerem

O achado foi publicado no Journal of Neurochemistry e reforça a ideia de que falhas no processo de mielinização — a formação da capa protetora dos neurônios — estão no centro do transtorno.

Até então, a esquizofrenia era tratada com medicamentos que agiam de forma genérica no cérebro, muitas vezes causando efeitos colaterais severos. Agora, os cientistas têm uma nova direção para o desenvolvimento de tratamentos mais específicos e eficazes.

Recomendado para você

  • Escritor passa autografando páginas entraremEscritor passa anos autografando páginas antes mesmo de elas entrarem nos livros e chega à marca de 875 mil assinaturas
  • Gata desaparece mudança passa cincoGata desaparece durante mudança, passa cinco dias presa atrás de uma parede e é encontrada viva depois de sobreviver comendo isolamento
  • Empresário começa resort terreno eletricidadeEmpresário começa um resort em terreno sem eletricidade e, anos depois, constrói hotel em formato de galo de quase 35 metros com 15 quartos para receber hóspedes
  • Surfista encontra pinguim imperador praiaSurfista encontra um pinguim-imperador numa praia australiana, a milhares de quilômetros da Antártida, e o visitante debilitado precisa de ajuda para voltar ao mar

Como a proteína hnRNP A1 entra na história?

A proteína hnRNP A1 atua nos oligodendrócitos, células responsáveis por produzir a bainha de mielina — a “capa” que envolve os neurônios e garante a transmissão eficiente dos impulsos nervosos. O estudo revelou que uma disfunção nessa proteína pode comprometer a formação da mielina, prejudicando a comunicação entre os neurônios e desencadeando o transtorno.

“O que a gente descobriu é que essa proteína parece estar envolvida desde o começo, no neurodesenvolvimento, antes mesmo de os primeiros sintomas aparecerem”, explica o professor Daniel Martins-de-Souza, do Instituto de Biologia da Unicamp, líder da pesquisa para o G1.

Um processo que começa antes dos primeiros sinais

A esquizofrenia é uma doença crônica que geralmente só se manifesta após a adolescência ou no início da vida adulta. No entanto, a nova pesquisa sugere que a origem do transtorno pode estar ligada a alterações moleculares ainda durante a gestação.

Experimentos com camundongos mostraram que a perda da mielina — induzida por um composto chamado cuprizona — provoca efeitos semelhantes aos observados em cérebros humanos afetados pela esquizofrenia.

Quando os cientistas desativaram a proteína hnRNP A1 nesses animais, o processo de remielinização, que deveria ocorrer naturalmente, foi comprometido, reforçando o papel crítico dessa molécula.

O glutamato, o estresse oxidativo e a morte celular

Outro estudo recente da Unicamp, publicado no European Archives of Psychiatry and Clinical Neuroscience, aprofundou a investigação sobre as bases moleculares da esquizofrenia. Utilizando amostras de tecidos cerebrais de pacientes pós-morte, os pesquisadores mapearam proteínas específicas de neurônios e oligodendrócitos afetados pelo transtorno.

Tratadas com a substância MK-801, que simula o efeito da esquizofrenia ao bloquear a ação do glutamato (neurotransmissor essencial para a cognição e a memória), essas células mostraram sinais de estresse oxidativo e apoptose — um tipo de morte celular programada. A desregulação do receptor NMDA, ligado ao glutamato, parece ser outro fator central na doença.

“Ao entender como esses processos afetam especificamente cada tipo de célula, conseguimos identificar alvos mais precisos para futuros tratamentos”, afirma Martins-de-Souza.

Embora os pesquisadores alertem que o trabalho ainda está em estágios iniciais e que novas soluções clínicas levarão tempo para chegar ao mercado, o horizonte é animador.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista com formação em Mídias Sociais Digitais, colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

Confira!

Menino diz estilista costura vestido

Aos 4 anos, menino diz aos pais que é estilista e costura um vestido para a irmã; aos 7, apresenta uma coleção inteira e entra para o Guinness

04/10/2026
Conquistar territórios alexandre grande estudou

Antes de conquistar territórios, Alexandre, o Grande, estudou com Aristóteles; escavação revela salas e mosaicos do complexo ligado à educação do futuro conquistador

04/10/2026
Homem escravizado aprendeu escrever gravou

Homem escravizado aprendeu a escrever e gravou poemas nos vasos que produzia; quase dois séculos depois, descendentes recuperam duas de suas obras

04/10/2026
  • Contato

Diário do Comércio | Mix

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Contato

Diário do Comércio | Mix