O pagamento por aproximação transformou significativamente o transporte público no Brasil desde 2019. As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro lideraram essa inovação, permitindo que os usuários paguem suas passagens em metrôs, trens e ônibus através de cartões de crédito, débito, celulares e dispositivos como smartwatches com tecnologia NFC.
Essa mudança visa facilitar a mobilidade urbana e integrar o sistema financeiro digital ao cotidiano dos cidadãos. O sistema continuará em vigor.
Em São Paulo, o sistema de pagamento por aproximação está presente em praticamente todas as linhas de metrô e CPTM. O MetrôRio foi pioneiro na América Latina ao adotar a tecnologia NFC. Nos ônibus do Rio de Janeiro, o sistema evoluiu para incluir métodos de pagamento como o Pix e o QR Code através do sistema Jaé.
Instruções para uso seguro e rápido
Para efetuar o pagamento por aproximação, os usuários devem garantir que seus cartões tenham a função NFC habilitada, identificada pelo símbolo de ondas. Quem utiliza dispositivos móveis deve cadastrar o cartão em plataformas seguras como Google Carteira, Apple Pay ou Samsung Pay.
Nos pontos de pagamento, como em estações de metrô, as catracas são indicadas pelas bandeiras dos cartões aceitos. O processo é concluído ao aproximar o dispositivo do leitor e aguardar a confirmação, com as tarifas cobradas diretamente na fatura do cartão ou debitadas da conta.
Versatilidade do Pix
A inclusão do Pix como forma de pagamento ampliou as opções para os usuários. Implementado em algumas redes no Rio de Janeiro, ele funciona com validadores que aceitam QR Code, o que agiliza pagamentos e reduz a necessidade de dinheiro vivo.
Essa solução traz praticidade e promove a inclusão de plataformas digitais no cotidiano dos passageiros. Com a tecnologia por aproximação em expansão, espera-se que mais cidades adotem essa modalidade de pagamento. A expectativa é que essa funcionalidade seja desenvolvida para tornar o sistema mais eficiente e acessível.












