Carlo Ancelotti, que foi anunciado como técnico da Seleção Brasileira em maio do ano passado, foi procurado por dirigentes da Federação Italiana de Futebol (FIGC) para comandar a seleção italiana. Lembrando que Ancelotti é italiano, mas nunca foi o técnico da seleção do seu país de origem. Porém, de acordo com o iG Esportes, ele recusou o convite quase que “imediatamente”, em respeito ao seu compromisso com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol).
“Tenho um compromisso com a CBF e com este país, porque este país me recebeu muito bem neste primeiro ano. Eu quero continuar aqui. Agradeci, obviamente, à Federação Italiana, mas eu quero seguir aqui porque creio que é correto e justo seguir em um país que me acolheu muito bem, em uma instituição que me deu a oportunidade de trabalhar”, afirmou o técnico em entrevista à ESPN, divulgada na última quarta-feira.
O italiano tem contrato com a CBF até a Copa do Mundo de 2030. A seleção da Itália já fechou a contratação do seu novo técnico, Roberto Mancini, que volta ao comando com a missão de reconstruir a seleção depois de três ausências consecutivas da Copa do Mundo.
Ancelotti revela seus planos para a próxima Copa
Em entrevista ao GE, o técnico comentou que esse mundial foi o último de uma geração de jogadores importantes, como Neymar, Casemiro e Danilo. “Vamos mapear os novos jogadores que possam entrar não digo na próxima Copa do Mundo de 2030, mas que possam já ser competitivos no primeiro objetivo, que é a Copa América de 2028”, afirmou Ancelotti.











