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Banco Central define novo limite de transferência via Pix

Por Alan da Silva
05/09/2025
Em Geral
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Imagem ilustrativa de Pexels por Pixabay

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O Banco Central do Brasil anunciou mudanças no sistema de pagamentos instantâneos, o Pix. As novas regras implementadas têm como objetivo reforçar a segurança do sistema financeiro, após uma série de incidentes que impactaram negativamente a reputação do sistema.

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As atualizações visam forçar fintechs e provedores de tecnologia a se adequarem rapidamente.

O principal componente das alterações é a introdução de um limite de R$ 15 mil por operação para instituições de pagamento que não são autorizadas pelo Banco Central ou que operam por meio de infraestrutura terceirizada.

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Esta medida busca prevenir fraudes financeiras e lavagem de dinheiro. No entanto, para bancos tradicionais e fintechs autorizadas, o uso do Pix continuará inalterado.

Foco em segurança e governança

Como parte das novas medidas de segurança, o Banco Central instituiu regras para facilitar a contestação de fraudes no sistema. A partir de outubro, os clientes poderão iniciar contestação por coações ou fraudes diretamente pelo aplicativo da sua instituição financeira.

Este procedimento simplificado visa agilizar a recuperação dos valores e oferecer mais proteção aos usuários.

Outra medida importante envolve a antecipação do prazo para que empresas de tecnologia obtenham autorização de funcionamento, que foi alterado de 2029 para 2026.

Esta mudança tem o objetivo de garantir que apenas empresas com governança estruturada e monitoramento rígido possam atuar no sistema, minimizando as vulnerabilidades exploradas por criminosos.

Instituições que ainda não encaminharam a autorização terão restrições temporárias. Desde o início da implementação do Pix, o volume de transações cresceu significativamente, impactando positivamente o sistema financeiro, que processou bilhões anualmente. 

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

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