Se você ama uma batata frita (e quem não ama?), esse texto provavelmente vai partir um pouco seu coração, mas sugerimos que você leia mesmo assim. Mesmo quem adora o prato sabe que ele não é o exemplo mais saudável de alimentação, mas um estudo publicado do The MBJ aponta a relação entre o consumo regular do prato e o maior risco de você desenvolver diabetes tipo 2.
Consumo regular de batata frita está associado a maior risco dessa doença
Publicado na revista científica em agosto do ano passado, o estudo revelou que o consumo de batatas frias três vezes por semana está associado a um risco 20% maior de diabetes tipo 2. E o problema é a forma de preparo, não o ingrediente. Quando a batata é consumida de outras formas, como assada ou em purê, os pesquisadores não encontraram uma ligação com o aumento do risco da doença.
Vale observar que, substituindo a batata por grãos integrais, os cientistas apontaram um risco menor de desenvolver diabetes tipo 2. O efeito é oposto se você trocar a batata por arroz branco.
De acordo com o Metrópoles, para obter os dados, os cientistas acompanharam mais de 205 mil profissionais de saúde estadunidenses ao longo de quase 40 anos, entre 1984 e 2021. Nesse período, cerca de 22,2 mil dos pacientes desenvolveram a doença.
Porém, os pesquisadores apontam que não é possível comprovar uma relação direta de causa e efeito entre o consumo de batata frita e a doença. Um dos motivos é que essa pesquisa foi um estudo observacional, feita com uma população de maioria com ascendência europeia. Inclusive, os cientistas sugerem que sejam feitas outras pesquisas semelhantes, dessa vez com públicos mais diversos.




