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Brasil debate fim da escala 6×1 enquanto Argentina amplia jornada de trabalho

Por Pedro Silvini
17/04/2026
Em Geral
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Senado da Argentina Foto: (Reprodução/El País)

Senado da Argentina Foto: (Reprodução/El País)

O Brasil discute a redução da jornada de trabalho com o possível fim da escala 6×1, enquanto a Argentina segue na direção oposta ao aprovar uma ampla reforma trabalhista que flexibiliza regras e amplia o tempo diário de serviço. As mudanças nos dois países evidenciam estratégias distintas diante dos desafios econômicos e do mercado de trabalho na América do Sul.

No caso brasileiro, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei com urgência constitucional propondo a diminuição da jornada semanal de 44 para 40 horas, além da garantia de dois dias de descanso remunerado sem redução salarial.

A proposta brasileira prevê o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para folgar apenas um, e estabelece que a mudança não poderá implicar perda de renda. Segundo o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, a iniciativa busca melhorar a qualidade de vida e corrigir um modelo considerado desgastante.

Já na Argentina, o governo de Javier Milei conseguiu aprovar uma reforma trabalhista com mais de 200 artigos que altera profundamente a legislação vigente. Entre os principais pontos, está a possibilidade de ampliar a jornada diária de 8 para até 12 horas, além da criação de um banco de horas que permite compensar horas extras sem pagamento imediato.

A nova legislação também impõe restrições ao direito de greve e modifica regras de indenização trabalhista, gerando forte reação de sindicatos. A Confederação Geral do Trabalho organizou uma greve geral de 24 horas contra a medida, com alta adesão em diferentes setores.

Debate sobre impactos sociais e econômicos

Enquanto o governo argentino defende que a reforma pode modernizar o mercado de trabalho e estimular a formalização, críticos apontam riscos de precarização das condições laborais. Já no Brasil, o debate gira em torno do impacto econômico da redução da jornada, especialmente para empresas e contas públicas.

A proposta brasileira ainda precisa ser analisada e votada pelo Congresso, com expectativa do governo de aprovação nos próximos meses. Caso avance, representará a primeira redução significativa da jornada de trabalho desde a Constituição de 1988.

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Pedro Silvini

Pedro Silvini

Jornalista com formação em Mídias Sociais Digitais, colunista de conteúdo social e opinativo. Apaixonado por cinema, música, literatura e cultura regional.

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