Há muitos anos cientistas, estudiosos e teóricos da conspiração buscam evidências que possam comprovar a existência de vida alienígena. Por enquanto, nenhum deles conseguiu dar uma resposta definitiva à pergunta: “existe vida fora da Terra?”, mas será que esse novo estudo vai conseguir? Uma nova proposta científica acredita que a superfície de Lua pode conter vestígios minúsculos de tecnologia de civilizações alienígenas extintas.
Superfície da Lua pode esconder vestígios de tecnologia alienígena, propõe estudo
De acordo com o Aventuras na História, essa proposta é abordada em um estudo teórico publicado no servidor de pré-impressão arXiv e submetido ao International Journal of Astrobiology. O estudo argumenta que a ausência de água, atividade tectônica e uma atmosfera funcional na Lua manteriam poeira e partículas espaciais de fora do sistema solar preservas intactas por bilhões de anos.
“A Lua vem acumulando silenciosamente material do espaço há bilhões de anos, grande parte dele provavelmente bilhões de anos mais antigo que a própria Lua”, afirmou Lewis Pinault, primeiro autor do estudo, cientista planetário do University College London e afiliado ao Instituto SETI, em comunicado. “Estamos nos perguntando se essa coleção antiga pode conter vestígios microscópicos de tecnologias que existiam muito antes de os humanos sequer olharem para o céu.”
Mas se esses vestígios existem, por que eles não foram encontrados até hoje? Os autores argumentam que o volume analisado até então foi insuficiente e que a análise não tinha esse foco. Para a análise, eles propõem o uso de “microscopia, avaliação de materiais industriais e processamento de imagens por inteligência artificial”.
“O conceito de procurar tecnoassinaturas microscópicas no regolito lunar é, ao mesmo tempo, extraordinariamente original e eminentemente razoável”, avaliou Bill Diamond, presidente e CEO do Instituto SETI, que não está envolvido no estudo. “Esta é uma adição inovadora às metodologias de busca aplicadas à procura de evidências de tecnologia como um indicador de vida e inteligência além do nosso sistema solar, e estamos entusiasmados com a perspectiva de concretizá-la.”











