Antes que você, caro leitor viciado em uma Coca-Cola zero, comece a se desesperar, continue lendo. A versão zero açúcar do refrigerante, que ganha cada vez mais adeptos com o passar dos anos, não vai a lugar algum. As mudanças na Coca-Cola envolvem não os produtos em si, mas sim a identidade global da marca.
Coca-Cola anuncia nova identidade visual global
De acordo com o site Mundo do Marketing, a companhia apresentou uma nova identidade global a ser implementada em embalagens, plataformas digitais, entre outros pontos de contato com o consumidor. Essa mudança faz parte da estratégia One Brand (Uma Marca), que busca unificar a comunicação visual de todas as variantes da marca, mantendo elementos históricos ao mesmo tempo em que adapta o sistema de identidade às necessidades da companhia.
Essa identidade preserva algumas características bem tradicionais da Coca-Cola, como o seu vermelho característico, o logotipo em escrita Spencerian, a faixa dinâmica e o Arden Square, elemento gráfico presente nas primeiras embalagens da marca.
Uma das principais mudanças envolve a identidade da versão Zero Açúcar do refrigerante, a Coca zero, que vai passar a ter uma posição visual mais próxima à da Coca original. As novas embalagens terão uma tipografia com maior destaque, predominância do vermelho para reforçar a conexão com a marca principal, faixa preta nas latas, tampa preta e a identidade de “Zero Açúcar” em maior destaque.
“O objetivo central nunca foi redesenhar a marca por um impulso estético, mas sim preservar e exaltar os elementos fundamentais que conferem identidade à Coca-Cola”, afirmou o vice-presidente global de design de marca, Rapha Abreu, em entrevista à Exame Insight.
A Coca-Cola optou por fazer o anúncio na última segunda-feira (20), após o fim da Copa do Mundo 2026. De acordo com Abreu, a empresa aproveitou esse momento de alta visibilidade para fazer o anúncio desse “encerramento de um ciclo”, deixando clara que a evolução da marca não é uma campanha publicitária pontual. O vp de design de Coca-Cola também explicou que o sistema de design vai ser implementado inicialmente na América Latina, Europa, Oriente Médio e Ásia.








