O fenômeno climático El Niño deverá retornar em 2026 em uma intensidade incomum, possivelmente a maior desde 1950. Segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos, há chance de o fenômeno alcançar uma intensidade muito forte.
Essa previsão baseia-se na análise de padrões de temperatura da superfície do mar no Pacífico equatorial central e oriental. O alerta já mobiliza meteorologistas e autoridades ao redor do mundo para preparar respostas às potenciais adversidades.
Meteorologistas esperam que o El Niño impacte o clima em várias regiões do planeta em 2026. No Brasil, as chuvas devem aumentar no sul, elevando o risco de enchentes. Em contrapartida, o nordeste e o norte podem enfrentar secas mais severas. Na região sudeste, a irregularidade do clima pode se manifestar em ondas de calor ou chuvas esparsas, complicando previsões e planejamento agrícola.
Expectativas para o Brasil
Os efeitos do El Niño no Brasil são amplamente conhecidos. Alterações no regime de chuvas afetam diretamente a agricultura e o fornecimento de água, com repercussões na geração de energia hidrelétrica.
Com as expectativas de mais um verão de El Niño, setores econômicos devem intensificar seus esforços de planejamento para minimizar os impactos adversos.
Clima global sob pressão
O impacto do El Niño não se limita ao Brasil. O fenômeno frequentemente altera padrões climáticos em diversas partes do mundo. Espera-se secas na Austrália e no sudeste asiático, enquanto tempestades podem alcançar maior intensidade no Pacífico central e oriental.
Estudos indicam que o aquecimento global poderá intensificar esses eventos climáticos extremos, influenciando sobremaneira a dinâmica do El Niño.
A situação requer monitoramento contínuo e adaptabilidade frente às mudanças climáticas emergentes. O auge do fenômeno está previsto para o período entre outubro e dezembro de 2026.








