Já pensou em viajar pelo Chile com a sua família tendo acesso a tarifas bem mais acessíveis? Com o programa Turismo Familiar, isso é possível. Mas antes que você se empolgue e comece a marcar a sua viagem, o programa é voltado para famílias do próprio país ou estrangeiros com residência permanente por lá. Criado em 2015, o programa promove viagens em períodos de baixa temporada financiando uma parte significativa dos custos.
Essas viagens também têm os seus limites. Normalmente, o programa é voltado para destinos intrarregionais, ou seja, para cidades dentro da região que o beneficiário habita. Outro ponto é a duração: essas viagens duram no máximo três dias e duas noites.
Segundo o site Meganotícias, o governo chileno paga cerca de 80% do custo total da viagem. Cada membro da família precisa fazer um pagamento complementar dos 20% restantes:
- Adultos: valor máximo de 25 mil pesos chilenos (o equivalente a cerca de R$ 140);
- Crianças entre três e 12 anos: máximo de 12 mil pesos (aprox. R$ 67);
- Crianças menores de três anos: viagem totalmente gratuita.
Quais os requisitos para ser atendido pelo programa Turismo Familiar?
De acordo com o site da Senatur (Servicio Nacional de Turismo) do país, os critérios do programa são:
- É necessário apresentar um documento de identidade chileno válido. No caso de crianças e adolescentes menores de 18 anos, pode ser apresentada a certidão de nascimento;
- Estar inscrito no Cadastro Social de Famílias (RSH) e enquadrar-se em até 80% das faixas de renda ou vulnerabilidade socioeconômica;
- A inscrição deve ser feita em grupo familiar, composto por no mínimo duas pessoas;
- Pessoas com mais de 60 anos devem viajar acompanhadas por um membro de seu grupo familiar com menos de 30 anos de idade.




