O Pix pode ser nosso… mas ele está longe de ser o único método de transferência instantânea ao redor do mundo. Vários países têm suas próprias versões desse sistema. No nosso vizinho Paraguai, por exemplo, temos o SIPAP, que mais recentemente adotou um nome mais curto: o SIP. Em 2020, o sistema registrava uma média de 680 mil operações mensais. Em março de 2023, esse número havia saltado para impressionantes 52 milhões.
Lembrando que o Sistema de Pagos del Paraguay (SIPAP) já está operando no país desde novembro de 2013.
Sobre a mudança de nome, de acordo com a ABC, o objetivo da mudança é consolidar uma plataforma “mais ágil, interoperável, seguro e centrado no usuário e alinhada às demandas da economia digital.” “No geral, a BCP apresenta a marca SIP como a evolução do SIPAP e como um guarda-chuva institucional para um ecossistema que já opera em grande escala com transferências instantâneas, e que agora se prepara para total interoperabilidade via QR e para a digitalização de novos instrumentos financeiros”, resume a ABC.
Inicialmente, o sistema era limitado ao horário bancário, mas agora ele opera 24 horas por dia. Com isso, empresas e pessoas podem realizar transferências instantâneas a qualquer momento do dia. De acordo com o Diário da Região, o sistema permite transferências de 10 milhões de Guaranis paraguaios, o equivalente a cerca de R$ 7,8 mil na cotação atual.
Quais os requisitos para usar o “Pix do Paraguai”?
Os usuários precisam seguir algumas regras, mas manter documentação paraguaia, mesmo que seja de residência provisória, além de abrir uma conta em uma instituição financeira que esteja registrada legalmente no Paraguai. Essas exigências são importantes para garantir a segurança e legalidade dessas transações.




