Em meio a um cenário global marcado por incertezas econômicas e maior cautela dos consumidores, um banco digital brasileiro lidera o ranking dos melhores do país. A revista Forbes, em parceria com a Statista, apontou o Nubank como a instituição financeira mais bem avaliada no Brasil na edição mais recente da lista global.
O levantamento ouviu cerca de 54 mil pessoas em 34 países, que avaliaram bancos com base em critérios como confiabilidade, atendimento ao cliente, պայմանս digitais, tarifas e qualidade da assessoria financeira.
O resultado evidencia a força crescente das fintechs no país. Fundado em 2013, o Nubank ultrapassou a marca de 100 milhões de clientes no Brasil e consolidou sua posição como uma das maiores instituições financeiras privadas do país.
A pesquisa destacou principalmente a experiência do usuário, a facilidade de uso dos serviços digitais e a confiança dos clientes como fatores determinantes para a liderança. Esses aspectos foram considerados os mais relevantes pelos entrevistados na avaliação das instituições.
Além do Nubank, outros bancos também figuram entre os mais bem avaliados no Brasil, como o Inter e o Itaú Unibanco, que aparecem entre os primeiros colocados. A lista ainda inclui nomes tradicionais e cooperativas, como Bradesco, BTG Pactual, Sicredi, C6 Bank e Santander Brasil.

Critérios reforçam importância da confiança e tecnologia
Para compor o ranking, os participantes avaliaram cinco pilares principais: confiabilidade, taxas e condições, atendimento, serviços digitais e qualidade da assessoria financeira. Entre eles, confiança, experiência digital e suporte ao cliente foram os mais valorizados.
O estudo também mostra a relevância do Brasil no cenário global. Apesar de o país contar com centenas de instituições financeiras, apenas um grupo seleto aparece no ranking internacional, o que reforça a competitividade do setor.
A liderança de bancos digitais reflete uma transformação no comportamento dos clientes, que buscam soluções mais simples, rápidas e com menos burocracia. A digitalização dos serviços financeiros e a ampliação do acesso ao crédito têm impulsionado esse movimento.




