Sérgio Roberto de Carvalho, conhecido como “Pablo Escobar brasileiro”, enfrenta repercussões legais na Bélgica. O tribunal de Bruxelas debate um caso em que Carvalho é acusado de liderar uma rede internacional de tráfico de drogas. Em junho de 2022, ele foi capturado na Hungria. Seu envolvimento no esquema teria movimentado 45 toneladas de cocaína entre 2017 e 2021.
A Bélgica serviria como um polo de operações para a organização criminosa. Carvalho e o belga Flor Bressers estão entre os supostos líderes. A rede utilizava os portos de Antuérpia e Roterdã como pontos de distribuição principais.

Estima-se que essas operações tenham gerado cerca de 500 milhões de euros (cerca 2,9 bilhões de reais) em lucros. As autoridades europeias monitoram de perto as atividades visando desmantelar completamente a organização.
Táticas de evasão
Antes de sua captura, Carvalho viveu sob disfarces variados na Europa. Um desses pseudônimos, Paul Wouter, foi usado na Espanha.
A tentativa de fuga teria sido facilitada por um atestado de óbito fraudulento. A fraude foi descoberta pelas autoridades brasileiras, levando à sua extradição para a Bélgica.
Desenvolvimento do processo legal
O julgamento de Carvalho envolve mais de 30 acusados, todos ligados à mesma rede. Desafios legais incluem procedimentos para assegurar que o tribunal belga mantenha jurisdição.
O próximo estágio do processo legal está marcado. O desenrolar judicial do caso de Sérgio Roberto de Carvalho continua, com o próximo estágio aguardado para 2026.



