A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado brasileiro aprovou em 4 de março uma medida que transforma as transações imobiliárias no país. O uso de dinheiro em espécie para essas transações pode ficar proibido. Essa mudança visaria combater a lavagem de dinheiro e aumentar a transparência financeira.
A nova legislação segue para a Câmara dos Deputados para votação. Ela faz parte de um projeto que altera a Lei de Lavagem de Dinheiro. O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) definirão os valores máximos para pagamentos em dinheiro vivo.
Impacto das novas regras no mercado
A proibição do uso de dinheiro físico em transações imobiliárias força o mercado a adotar métodos eletrônicos ou bancários. Analistas consideram que, apesar dos desafios iniciais, a medida pode modernizar o setor e aumentar a confiança dos investidores estrangeiros.
Especialistas acreditam que a maior rastreabilidade e controle das transações aumentará a estabilidade. Essa mudança poderia atrair mais investimentos e reduzir práticas ilegais no setor imobiliário. Compradores e vendedores precisarão ajustar-se às novas exigências legais em caso de sanção da mudança.
Próxima etapa para a legislação
O projeto de lei ainda precisa ser aprovado na Câmara dos Deputados. Se aprovado, impactará significativamente investidores e cidadãos que desejam negociar imóveis no Brasil.
Enquanto a legislação avança, espera-se que o setor imobiliário brasileiro se alinhe a essas práticas. A adaptação da lei será observada atentamente por agentes do mercado nacional. A conclusão processual da lei pode ocorrer nos próximos meses.




