No bairro Ratones, em Florianópolis, uma rã-touro foi oficialmente registrada em outubro de 2025, surpreendendo os moradores com seu som semelhante ao mugido de um boi. Esta espécie, Lithobates catesbeianus, representa uma ameaça à biodiversidade local, embora seja inofensiva para humanos e animais domésticos.
As autoridades locais, incluindo a Prefeitura de Florianópolis, UFSC, Ibama, IMA e ICMBio, lançaram uma operação para mapear sua presença e avaliar os impactos ambientais.

A força-tarefa envolvida visa entender a extensão do problema e aplicar medidas de controle eficazes. Desde o início das ações, 11 rãs foram capturadas e enviadas para análise na Universidade Federal de Santa Catarina. Estes esforços buscam mitigar o impacto da rã-touro, que pode competir com espécies nativas e transmitir doenças a outros anfíbios.
Estratégias de monitoramento
O som característico da rã-touro tem facilitado sua identificação pela comunidade, essencial para o mapeamento da invasão. Moradores são incentivados a informar à Floram sobre avistamentos e sons.
A rápida adaptação e capacidade reprodutiva da espécie permitiram sua proliferação em áreas urbanas e rurais desde que chegou ao Brasil na década de 1930 para produção de carne.
Ação comunitária contra a rã-touro
A conscientização comunitária é crucial no combate às espécies invasoras. A operação em Florianópolis inclui campanhas educativas para informar os moradores sobre a importância de proteger o ecossistema local.
Essas ações integradas são essenciais para proteger a biodiversidade local. O monitoramento persistente e a participação da comunidade são passos fundamentais na gestão desta situação.




