Em agosto do ano passado, a Viva, uma das maiores operadoras do país, anunciou o projeto Floresta Futuro Vivo. Agora, quase um ano depois, tivemoso plantio simbólico de mudas de castanheira, sumaúma e andiroba feito por Christian Gebara, CEO da operadora e Thiago Picolo, CEO da re.green ao lado do cacique e de integrantes do povo Tembé, na zona rural de Paragominas, no Pará.
Nos meses entre o anúncio do projeto e o plantio das primeiras mudas, ocorreram o mapeamento da paisagem, a definição das espécies a serem plantas, levantamentos socioeconômicos e o início do diálogo com as comunidades do entorno. O plantio em escala, de cerca de 900 mil árvores de 30 espécies nativas, só começa em janeiro do ano que vem, com as chuvas.
“Em um compromisso inovador, a Vivo investirá na restauração e proteção de 800 hectares de floresta amazônica até 2055. Esse projeto é dedicado à biodiversidade e tem como objetivo reabilitar funções ecológicas, proteger espécies ameaçadas e fortalecer comunidades locais.”
Site oficial da Vivo
De acordo com a revista Exame, a Vivo não está divulgando quanto esse projeto vai custar aos seus bolsos, tratando o gasto como “legado, não como investimento a ser recuperado”.
Onde a Vivo vai plantar essas árvores
Paragominas, a região onde as primeiras árvores foram plantadas, fica no arco do desmatamento, uma faixa em meia-lua nas bordas sul e leste da Amazônia, do Maranhão a Rondônia. Em 2007, a cidade entrou na lista de regiões prioritárias para combate ao desmatamento na Amazônia do Ministério do Meio Ambiente. Após medidas, ela saiu da lista em 2010, em uma experiência que deu origem ao programa Municípios Verdes, do governo do Pará.








