Economia

Alta de 1,6% em 2025 faz varejo completar 9º ano consecutivo de avanços, aponta IBGE

O aumento de 1,6% no volume de vendas fez o varejo completar o 9º ano consecutivo de avanços, mas com o resultado mais brando desde 2022, quando tinha expandido 1,0%.
Alta de 1,6% em 2025 faz varejo completar 9º ano consecutivo de avanços, aponta IBGE
Vendas do varejo alimentar aumentaram 9% em 2025 | Foto: Diário do Comércio / Alessandro Carvalho

O aumento de 1,6% no volume de vendas fez o varejo completar o 9º ano consecutivo de avanços, mas com o resultado mais brando desde 2022, quando tinha expandido 1,0%.

Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio divulgados nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No varejo ampliado – que inclui as atividades de veículos, material de construção e atacado alimentício -, a elevação de 0,1% no volume vendido em 2025 foi o resultado mais brando desde 2022, quando encolheu 0,6%.

Abaixo do pico

Após a queda de 0,4% no volume vendido em dezembro ante novembro, o varejo passou a operar em patamar 0,4% abaixo do recorde de vendas visto em novembro de 2025, segundo os dados do IBGE.

O varejo ampliado, que encolheu 1,2% em dezembro ante novembro, operava 2,1% aquém do pico da série histórica alcançado em março de 2025.

Comparação com o período pré-pandemia

O volume de vendas do varejo chegou a dezembro em patamar 10,4% acima do nível de fevereiro de 2020, no pré-pandemia. No varejo ampliado, as vendas operam 5,3% acima do pré-pandemia.

Os segmentos de artigos farmacêuticos, supermercados, veículos, combustíveis, material de construção, equipamentos para informática e comunicação e móveis e eletrodomésticos estão operando acima do patamar pré-crise sanitária. Apenas vestuário e calçados, livros e papelaria e outros artigos de uso pessoal e doméstico operam abaixo do nível pré-covid.

O segmento de artigos farmacêuticos opera em patamar 40,8% acima do pré-crise sanitária; supermercados, 12,9% acima; combustíveis e lubrificantes, 9,8% acima; veículos, 9,0% acima; equipamentos de informática e comunicação, 8,2% acima; material de construção, 3,8% acima; e móveis e eletrodomésticos, 1,3% acima

Os outros artigos de uso pessoal e doméstico estão 3,5% abaixo do nível de fevereiro de 2020; tecidos, vestuário e calçados, 19,8% abaixo; e livros e papelaria, 45,6% abaixo.

Conteúdo distribuído por Estadão Conteúdo

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