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Inflação avança e eleva custo de vida em BH em março

Aumento médio dos preços foi o maior registrado para o mês nos últimos seis anos

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Alta da gasolina tem pesado no bolso do consumidor da Capital | Crédito: Paulo Whitaker/Reuters

No momento mais crítico da pandemia no Brasil e com o alto índice de desemprego, a situação financeira do consumidor tem ficado cada vez mais desafiadora e as famílias ainda enfrentam o aumento do custo de vida, que vem corroendo o poder de compra. Somente em março, em Belo Horizonte, a inflação foi de 1,24% frente a fevereiro

É importante destacar que essa alta foi o maior valor registrado para o mês de março dos últimos seis anos. No terceiro mês do ano, a maior contribuição para o avanço do indicador veio da gasolina, que subiu 14,02%.

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No primeiro trimestre de 2021, a inflação acumulada ficou em 2,51% e, nos últimos 12 meses, chegou a 6,32%. 

De acordo com os estudos da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead), em março, dentre os itens que compõem o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o maior destaque, em termos de variação positiva, foi visto em Produtos Administrados, que apresentou alta de 4,15% no mês. Neste grupo, a elevação foi provocada, principalmente, pela gasolina. 

Também foi verificada alta, de 1,44%, em Bebidas em bares e restaurantes, e de 1,18% para Encargos e manutenção. 

No período, houve queda de 5,79% para Alimentos in natura e de 1,52% para Vestuário e complementos.

no acumulado do ano até março, cuja alta do custo de vida está em 2,51%, a inflação foi puxada pelos Produtos Administrados, com elevação de 5,85%, habitação, 3,72%, pessoal, com alta de 1,29%, e alimentação fora da residência, 1,10%.

Dentre as quedas, destaque para alimentação na residência, com redução de 0,87%.

Confiança sente impacto

Com o custo de vida mais caro e a piora do cenário da pandemia, o que provocou a instituição das medidas mais restritivas de funcionamento das atividades econômicas, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) apresentou forte recuo no mês de março (-19,54%), interrompendo a recuperação observada no início do ano.

De acordo com o Ipead, em março, quando o comércio operou com as mais severas restrições decorrentes do combate à pandemia, o ICC-BH atingiu 29,01 pontos, sendo este o nível mais baixo já observado desde o início da pandemia e também de toda a série histórica da pesquisa, que foi iniciada em maio de 2004.

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