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ESPECIAL | Próximos passos serão definidos em parcerias

Enio Coradi (foto) e Tiago Fantini: valores fundamentais do fundador serão mantidos nesta nova fase - Crédito: Divulgação
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A partir do propósito de liderar uma construção conjunta e participativa, o Diário do Comércio volta-se ao mercado em busca de parcerias que o permita avançar em novas frentes. O objetivo continua sendo afetar positivamente o ambiente empresarial mineiro, por meio de ações de gestão e modernização da visão de negócios, essenciais para a sustentabilidade e longevidade da empresa.

Para tanto, toda a estratégia disruptiva é sustentada pelo Conselho Consultivo, constituído em setembro de 2018, com formação atual, integrada por Luiz Carlos Motta Costa, Enio Coradi, Tiago Fantini Magalhães e Antonieta Rossi; pelo suporte de agentes importantes do mercado, e de parceria estratégica com o Instituto Aquila.

Outra novidade que consolida a estratégia de construção coletiva é a constituição do Conselho Editorial. Composto por nomes de peso do mercado, o objetivo é contribuir com pautas alinhadas ao propósito e posicionamento editorial do Diário do Comércio e ao cenário político, social e econômico vigente.

Neste sentido, Enio Coradi, Tiago Fantini Magalhães, membros do Conselho e especialistas em Governança Corporativa e Familiar, destacam que a implantação do Conselho surgiu da aplicação prática dos conceitos associados à boa governança, à qual o jornal almejava. Segundo eles, o objetivo do colegiado é obter informações mais seguras de forma a proporcionar melhor qualidade de decisões, superar desafios e propiciar condições longevas para os negócios do Diário do Comércio, preservando a harmonia familiar.

“Há bastante trabalho por fazer. Estamos todos motivados a apoiar o jornal em sua caminhada e desenvolvimento. Será desafiador em todos os sentidos. Governança corporativa é uma jornada, ou seja, não tem fim, e sim, aprimoramentos constantes. Está sendo e será prazeroso trilhar esse percurso com esse veículo que é e sempre será um patrimônio cultural e afetivo de todos os mineiros”, comentam.

Já o Instituto Aquila, com seu time de especialistas, chega para ajudar o Diário do Comércio a se ajustar à conjuntura e aos novos tempos. De acordo com o consultor sócio do Instituto, Augusto Pereira Leite Massa, a consultoria está atuando no jornal por meio de três frentes: excelência de gestão, com foco nas áreas Comercial e de Operações; gestão de caixa, apoiando as áreas Financeira e Contábil; e planejamento de novos negócios, que visa preparar o Diário do Comércio para enfrentar as evoluções e novas tendências de mercado.

Partes fundamentais – Tanto o Conselho Consultivo quanto o Instituto Aquila foram fundamentais no modelo de governança adotado e no processo de sucessão da empresa. Neste sentido, Massa destaca que dentro da proposta de repensar o posicionamento e a gestão do Diário do Comércio frente aos desafios do futuro, o Aquila participou das reflexões promovidas pelo Conselho Consultivo e a proposta apresentada foi fruto de debates, estudos e consenso entre conselho e diretoria.

“Acreditamos que esta proposta vem no momento certo e ajudará de forma importante o alinhamento de cada um dos membros da estrutura neste objetivo comum de criar as bases deste novo Diário do Comércio”, avalia.

Já os membros do Conselho e especialistas em Governança Corporativa e Familiar, Enio Coradi e Tiago Fantini Magalhães ressaltam que o processo de sucessão partiu de uma decisão do próprio jornal, diante dos desafios impostos pelo cenário econômico e pelo mercado. Para eles, busca-se com esse movimento a valorização do passado, a transformação do presente e a criação do futuro. E o ambiente de coesão existente na cúpula do jornal faz toda a diferença neste contexto.

“O Luiz Carlos é o principal guardião do legado do jornal, e seus sobrinhos Yvan e Adriana também carregam essa identidade dos propósitos e ideais do avô José Costa. Por isso, há firme convicção de que os valores fundamentais do fundador permanecerão inalterados nesta nova fase. A preservação da credibilidade e relevância jornalística é o aspecto mais relevante, e foi determinante na passagem desejada e planejada do bastão”, conclui.M

Sobre o autor

Mara Bianchetti

Editora do Diário do Comércio. Graduada em Jornalismo pela Newton Paiva, com especialização em Jornalismo em Ambientes Digitais pelo UniBH. Premiada entre os jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças. LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/marabianchetti/

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