Banco do Nordeste registra lucro recorde de R$ 3,1 bilhões e amplia crédito em 2025
O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) encerrou 2025 com um lucro líquido de R$ 3,1 bilhões, alta de 31,6% com relação ao resultado do exercício anterior. As contratações registraram incremento de 11,6%, totalizando R$ 68,4 bilhões em financiamentos no ano passado. Já o desembolso cresceu 5,8%, ultrapassando R$ 64,1 bilhões. Todos esses números são os maiores já alcançados nos 73 anos de existência do BNB.
Cifras recorde também foram registradas nos programas de microcrédito. O Crediamigo fechou o ano de 2025 com R$ 13,4 bilhões em contratações (11,4% a mais do que em 2024) e o Agroamigo somou R$ 9,5 bilhões no apoio aos pequenos produtores rurais, o que significa um crescimento de 10,6% comparando com o balanço anterior. Juntos, esses dois programas representaram mais de 1/3 de todo o volume de operações do Banco.
“Ano a ano temos seguido a orientação do presidente Lula de aumentar a disponibilidade de crédito para os empreendedores nordestinos. Em 2025, o BNB ultrapassou todos os recordes anteriores disponibilizando quase R$ 70 bilhões para o mercado e alcançando um lucro histórico de mais de R$ 3 bilhões. Temos uma operação sólida que tem se tornado mais abrangente e democrática com o passar do tempo”, avaliou o presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara.
O balanço de 2025 do BNB apresenta números expressivos também nos segmentos empresariais, a exemplo do agronegócio, que registrou uma alta de 15,3% nos financiamentos, com um total de R$ 12,8 bilhões contratados.
Atuação
Criado em 1952 para atuar no chamado Polígono das Secas, designação dada ao perímetro do território brasileiro atingido periodicamente por prolongados períodos de estiagem, o Banco do Nordeste nasceu com a atribuição de prestar assistência às populações dessa área, por meio da oferta de crédito.
Atualmente, está presente em cerca de dois mil municípios dos nove estados da Região Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia), além de parte de Minas Gerais e do Espírito Santo.
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