Geral Cidades

Fim dos pontos de recarga do cartão Moov deixa passageiros sem opção em JF

Pontos físicos no Centro e nas unidades do Diga foram encerrados; Prefeitura diz que não participou da decisão

2 min de leitura
Ônibus do transporte público de Juiz de Fora; recarga do cartão Moov Juiz de Fora passa a ser feita só na Astransp ou pelo WhatsApp
Foto: Prefeitura de Juiz de Fora

A recarga do cartão Moov em Juiz de Fora mudou a partir desta quarta-feira (10). Os pontos físicos nas unidades do Diga e com revendedores do Centro foram encerrados.

✅ Siga o nosso canal no WhatsApp

Agora, o serviço funciona de duas formas: pelo WhatsApp ou presencialmente na sede da Astransp, a Associação Profissional das Empresas de Transporte de Passageiros de Juiz de Fora.

Recarga do cartão Moov em Juiz de Fora pelo WhatsApp tem taxa de R$ 3,75

O atendimento digital é feito pelo número (32) 99813-8021, por meio de uma assistente virtual chamada Mia. A cobrança é de R$ 3,75 por operação, independentemente do valor carregado.

A Astransp disse à Tribuna de Minas que o valor de R$ 3,75 equivale ao custo de deslocamento que o usuário teria para recarregar presencialmente, citando o exemplo de um morador da Zona Norte que precisaria pagar passagem para ir ao Centro.

Atendimento presencial segue na sede da Astransp

A sede fica na rua Espírito Santo, 296, no bairro Poço Rico. O funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, com senhas distribuídas até as 17h30. A primeira via do cartão continua gratuita.

Nas redes sociais do cartão Moov, usuários apontaram dois problemas principais: o horário de funcionamento da sede e o fim dos pontos espalhados pela cidade. “Astransp fecha às 17h30. Quem sai do trabalho às 18h não tem como ir. No meu caso, recarrego 3 cartões e vou ter que dar R$ 11,25 por mês. Isso é um roubo”, escreveu um usuário. “Eu preferia quando a gente ia no Diga carregar ou com os trabalhadores da Moove, sempre atenciosos com a gente”, disse outro.

A Prefeitura informou, em nota, que a medida foi adotada exclusivamente pela Astransp, “sem participação ou solicitação da Prefeitura”, e que o contrato vigente não permite exigir a manutenção do modelo anterior.

Conteudos relacionados

Economia

Montes Claros amplia tempo de permanência na Área Azul Digital: veja o que muda

Lotes do leilão da Receita Federal em BH expostos para vistoria, incluindo moto elétrica e amostras de produtos apreendidos

Cidades

Leilão da Receita em BH tem joias, Apple Watch e itens de luxo

Geral

Projeto de R$ 27 milhões une universidades mineiras para despoluir a Lagoa da Pampulha