A ASUR, grupo aeroportuário mexicano, assumiu nesta quinta-feira (3) a gestão do aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. No aeroporto de Confins, o grupo adquiriu a fatia societária que a Motiva, antiga CCR, detinha no terminal.
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Avaliada em R$ 5,1 bilhões, a operação é descrita pela própria empresa como a maior aquisição internacional de sua história. Com o fechamento do negócio, a ASUR passa a ter participação em 17 aeroportos no Brasil. Em Confins, a compra de uma fatia adicional de 12,75% da Zurich Airport Ltd. na BH Airport ainda depende de aprovações regulatórias.
O que muda com a chegada da ASUR no aeroporto da Pampulha
Os 17 terminais brasileiros incluem os de Foz do Iguaçu, Goiânia, São Luís e Curitiba, onde a empresa opera os aeroportos Afonso Pena e Bacacheri. Em 2025, esses terminais movimentaram mais de 48 milhões de passageiros, volume 6,1% maior do que o registrado no ano anterior.
Os cerca de 1.000 funcionários que trabalhavam nos aeroportos seguem nos mesmos postos e são incorporados ao quadro internacional da companhia. A empresa garantiu, em comunicado, que passageiros e companhias aéreas não perceberão alterações no atendimento.
O CEO do Grupo, Adolfo Castro, no cargo desde 2011, afirmou em comunicado, que o Brasil ocupa uma posição central na estratégia de crescimento da companhia.
Fundada em 1998, a ASUR já operava terminais no México, com destaque para o aeroporto de Cancún, além de aeroportos na Colômbia, em Porto Rico e em outros países das Américas.