A Sharing, rede social para concurseiros criada por uma startup de Juiz de Fora, registrou quase 5 mil usuários ativos nos dez primeiros dias após o lançamento, em 4 de julho. A plataforma funciona pelo navegador, sem instalação.
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Nas primeiras 24 horas, quase 2 mil pessoas criaram conta. O volume exigiu ajustes técnicos na infraestrutura, segundo o diretor Carlos Phillipi. Nos comentários do perfil oficial da plataforma no Instagram, usuários relataram que o e-mail de confirmação de cadastro não chegava.
O que a rede social para concurseiros oferece
A plataforma permite criar e participar de grupos de estudo e comunidades, publicar conteúdos e seguir perfis de candidatos e professores. O feed exibe apenas o que o usuário escolhe acompanhar.
Há também uma biblioteca individual para organizar materiais por edital ou área de conhecimento. Novas funcionalidades devem ser definidas a partir de sugestões da própria base, de acordo com Carlos.
Acesso por código e recepção dividida
O cadastro depende de um código fornecido por professores e instituições parceiras da plataforma. A medida, segundo a empresa, serve para conectar novos usuários a profissionais já estabelecidos na área de concursos.
Nos comentários do perfil no Instagram, a recepção foi dividida. Parte dos usuários demonstrou interesse imediato na proposta. Outros compararam a plataforma ao LinkedIn e anteciparam que o ambiente pode ser dominado por vendedores de cursos e mentorias, problema comum em grupos de concursos em outras redes.
A meta dos desenvolvedores é alcançar 50 mil usuários ativos.