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Em ano eleitoral, paternidade do Metrô de BH é tema paralelo em cerimônia

Em palanque com ‘zemistas’ e ‘lulistas’, papeis de Lula e Bolsonaro foram discutidos nas obras do Metrô de BH
Em ano eleitoral, paternidade do Metrô de BH é tema paralelo em cerimônia
Foto: Gil Leonardi / Imprensa MG

Na tarde de segunda-feira (9), a cerimônia de inauguração da Estação Novo Eldorado na linha 1 do Metrô de Belo Horizonte colocou sobre o mesmo palanque integrantes do governo estadual e do governo federal, além de parlamentares de diferentes colorações ideológicas — ou ao menos no alinhamento a Romeu Zema (Novo) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nesse cenário, a disputa pelos louros da ampliação do transporte na Grande BH pairou sobre o evento. A liberação dos recursos federais — R$ 2,8 bilhões dos R$ 3,2 bilhões totais para as obras de ampliação do metrô e construção da linha 2 — se deu ainda durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL) no Palácio do Planalto


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Vereadores de BH sugerem à prefeitura ônibus gratuitos durante o carnaval

Dois vereadores de Belo Horizonte sugeriram, formalmente, ao Poder Executivo que o programa Catraca Livre, que funciona aos domingos na capital mineira, seja estendido ao período do Carnaval. O primeiro pedido foi protocolado pelo vereador Helton Júnior (PSD), em janeiro. Na indicação, que é enviada inicialmente ao presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), vereador Juliano Lopes (Podemos), o ex-vice-líder do governo na prefeitura pede que sejam ofertadas linhas especiais de ônibus com circulação gratuita, “operando em trajetos estratégicos da cidade, especialmente nos corredores e regiões por onde passam os blocos carnavalescos”.

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É o momento de comprar imóveis? Setor espera ‘corrida’ por unidades até o fim do ano

O mercado imobiliário aposta que em 2026 pode haver uma “corrida” por unidades habitacionais, proporcionada por mudanças em mecanismos de financiamento subsidiado e queda na taxa básica de juros. Com expectativa de aumento expressivo nas vendas e um crescimento geral de quase 2% em relação ao ano passado, agentes do setor afirmam que o momento é ideal para compras e alertam para a alta dos preços. O motivo principal do otimismo é a queda na taxa básica de juros, a Selic. Em um patamar elevado de 15% ao ano, o indicador definido pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central encarece o preço do crédito, tornando o financiamento de longo prazo cada vez mais caro.

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