MPMG recomenda que governo Zema inclua passivos ambientais em edital de venda da Copasa
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) emitiu uma recomendação ao Governo de Minas para que os passivos ambientais da Copasa sejam incluídos nos editais e contratos para a privatização da companhia de saneamento. A medida foi assinada na última quinta-feira (18), dia que sucedeu a aprovação da venda da empresa na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
A recomendação assinada por Walter Freitas de Moraes Júnior, da 15ª Promotoria de Justiça de Belo Horizonte, determina que o futuro comprador da Copasa assuma a responsabilidade por danos ambientais anteriores à aquisição e posteriores à desestatização da companhia.
Disputa eleitoral e pautas ideológicas são motivo de atenção para PBH na relação com vereadores em 2026
A Prefeitura de Belo Horizonte articula junto à mesa diretora da Câmara de Municipal um acordo para lidar com os impactos das eleições do ano de 2026 na agenda do Legislativo. Com uma legislatura composta de diversos parlamentares que devem se lançar na disputa de vagas na Assembleia Legislativa de Minas (ALMG) e na Câmara dos Deputados, a PBH espera uma alta de discussões polêmicas no Legislativo municipal e possíveis mudanças de composição nas bancadas, inclusiva na base de apoio ao governo.
Diante da possibilidade de inclusão de temas polêmicos e ideológicos no radar, o secretário de governo da Prefeitura de Belo Horizonte, Guilherme Daltro, afirmou em entrevista à Itatiaia que conversou com a presidência da Câmara para criar uma ‘força tarefa’ para controlar a tramitação de projetos que podem ser considerados inconstitucionais.
Sem acordo entre vereadores, adesão de BH a consórcio intermunicipal é adiada
Após desacordo entre vereadores da Câmara Municipal de Belo Horizonte, em sessão na manhã desta sexta-feira (19), a votação definitiva do Legislativo sobre o ingresso de Belo Horizonte no Consórcio Intermunicipal (Comgranbel) ficou para semana que vem.
Na abertura da reunião extraordinária, o vereador Dr. Bruno Pedralva (PT) pediu a inversão da pauta para dar preferência à votação de outro projeto, que iria fazer correções no plano de carreira dos agentes de saúde, promovendo reajuste salarial. O reajuste para os agente da saúde foi aprovado por 39 votos a zero.
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