Há poucos meses, o CEO da Coca-Cola, o brasileiro Henrique Braun anunciou que a empresa iria produzir um novo tamanho de embalagem do refrigerante. Braun anunciou uma garrafa de 1,25 litro, além de uma mini lata de 269 mililitros (a menor embalagem segue sendo a garrafinha de 200 ml). O executivo definiu a garrafa de 1,25 litro como uma opção ideal para o “consumo doméstico e valor compatível ao orçamento das famílias”.
Apesar de mais difíceis de encontrar em mercados e lojas, essas duas novas embalagens do portfólio da marca estão sendo vendidas no Brasil.
O anúncio de Braun foi feito durante uma entrevista do The Wall Street Journal, publicada no final de abril, pouco depois do anúncio de que ele se tornaria o novo CEO da multinacional. Na ocasião, ele afirmou que a empresa estava ajustando sua estratégia, reduzindo o tamanho de embalagens para vender menos refrigerante e cortando custos. O executivo explicou que a companhia prefere mudar o tamanho das embalagens, em vez de reduzir os preços com promoções.
Embalagens menores de Coca-Cola têm relação com queda no consumo de refrigerantes
De acordo com matéria da Itatiaia da época, a mudança da Coca-Cola está alinhada à queda no consumo de refrigerantes e à alta na inflação, principalmente nos Estados Unidos. “Na América do Norte, vimos o avanço das mini latas e dos multipacks. Também levamos versões individuais menores para lojas de conveniência, que passaram a ser uma opção de entrada mais barata”, explicou o CEO Henrique Braun ao The Wall Street Journal.








