O cadastramento biométrico do Bolsa Família é obrigatório para todos os beneficiários até 31 de dezembro de 2026. Essa medida, válida para programas sociais vinculados ao Cadastro Único (CadÚnico), como salário-maternidade e pensão por morte, busca assegurar a segurança e continuidade dos pagamentos.
A biometria será coletada com a Carteira de Identidade Nacional (CIN), que substituirá o antigo RG. Cidadãos que não são beneficiários do programa têm até 2032 para emitir o documento.
Cadastramento
Beneficiários devem acessar o site oficial para agendar a coleta biométrica no estado em que residem. O procedimento inclui impressões digitais e foto recente. É imprescindível levar documentos pessoais, como certidão de nascimento ou casamento, no dia do agendamento.
Cerca de 50 milhões de brasileiros já obtiveram a CIN, facilitando essa transição. Com a biometria, espera-se reduzir fraudes e garantir que os benefícios sejam entregues corretamente.
Vantagens da atualização
A mudança moderniza o sistema de assistência social, corrigindo falhas e garantindo melhor distribuição dos recursos. Em um contexto de desafios econômicos, a transparência e eficiência são reforçadas.
Os cidadãos são encorajados a não deixar o cadastramento para a última hora. O processo é gratuito, e a atualização para a CIN é uma oportunidade importante.
A medida visa proteger a integridade dos benefícios para milhões de famílias. A expectativa é que a adesão se intensifique à medida que o prazo se aproxima. Autoridades destacam a relevância dessa ação para a continuidade e segurança dos benefícios sociais no Brasil.








