Esta semana, o governo dos Estados Unidos fechou quase dois mil sites que realizavam transmissões ilegais da Copa do Mundo de 2026, incluindo 309 brasileiros, de acordo com o Correio do Povo. Os números fazem parte de uma operação com três fases que as autoridades norte-americanas começaram em junho, ainda no início do Mundial da FIFA.
Além de combater a pirataria, o objetivo da ação foi combater possíveis e programas maliciosos que poderiam chegar ao usuário. “A Operação Offsides faz parte de esforço para proteger os direitos autorais e, ao mesmo tempo, reduzir os riscos aos quais os consumidores americanos são expostos por softwares maliciosos incorporados a serviços de transmissão ilícitos”, disse o Procurador-Geral Adjunto do Departamento de Justiça dos EUA, A. Tysen Duva.
Sites expõem usuários a “riscos desconhecidos”
Matthew Millhollin, Diretor Executivo Associado Adjunto da HSI, a principal agência de investigação do governo americano, afirmou que assistir aos jogos da Copa fora de plataformas oficiais pode expor os usuários a riscos desconhecidos. O diretor argumenta que esses sites podem estar planejando inserir malwares ou roubar informações de pagamento dos usuários.
Nos Estados Unidos, a transmissão oficial do evento foi feita pela Fox e pelo serviço de streaming Peacock. “A Colômbia, país que mais sofreu fechamentos, também foi alvo de 13 missões de busca e apreensão para combater a falsificação de artigos desportivos, o que resultou em 11 prisões”, afirma o Correio do Povo. Nessa fase mais recente da operação, foram 1140 sites ilegais fechados na Colômbia.








