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Região mais fria da América do Sul passa por fenômeno raro e se aproxima de 40 °C

Por Alan da Silva
26/11/2025
Em Geral
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Região mais fria da América do Sul

El Chalten, cidade na Patagônia Argentina (Imagem de Chris Stenger por Pixabay)

Na Argentina, 2025 está sendo marcado por calor extremo, com temperaturas próximas de 40°C, até mesmo na Patagônia, a região mais fria da América do Sul. Este aumento abrupto da temperatura começou no início desta semana, espalhando-se rapidamente por diversas regiões, incluindo o noroeste argentino, o Cuyo e o norte da Patagônia.

Neuquén, por exemplo, chegou a 39,2°C, uma temperatura excepcionalmente alta para a época.

Recordes de temperatura na região mais fria da América do Sul

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Este fenômeno climático teve picos de temperatura em várias cidades, com marcas superiores a 35°C, o que é inusitado para este período. Em La Rioja e San Juan, as temperaturas ultrapassaram os 37°C. Segundo previsões, a onda de calor deve persistir até esta quarta-feira, dia 26, especialmente nas regiões noroeste e oeste do país.

O calor não é um incidente isolado. Está ligado a tendências climáticas maiores que afetam a América Latina e o Caribe, exacerbadas por El Niño e mudanças climáticas de longo prazo. Este cenário ressalta a complexidade das mudanças climáticas e seus impactos diretos na saúde pública, segurança alimentar e desenvolvimento econômico da região.

Saúde pública e segurança alimentar em risco

Os efeitos do calor extremo na Argentina em 2025 vão além da superfície, levantando preocupações em saúde pública. As temperaturas elevadas aumentam o risco de doenças cardiovasculares e respiratórias.

Além disso, há ameaças à segurança alimentar decorrentes dos impactos na produção agrícola, exacerbados pelo fenômeno El Niño.

A onda de calor coloca em alerta as agências de saúde e agricultores. A estabilidade das colheitas está em jogo, além do bem-estar da população, dada a previsão de continuidade do calor extremo.

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Alan da Silva

Alan da Silva

Jornalista e revisor.

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