Após fim de contrato, casa de shows BeFly Hall retoma nome Arena Hall em BH

Casa de shows volta a usar antiga marca; Minascentro também deixa a identificação BeFly após término de contrato com a holding
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Após fim de contrato, casa de shows BeFly Hall retoma nome Arena Hall em BH
Foto: Divulgação/Arena Hall

Tradicional casa de shows e espetáculos da capital mineira, o BeFly Hall, no bairro São Pedro, região Centro-Sul de Belo Horizonte, voltou a ser chamado de Arena Hall. A mudança também impactou o Minascentro, que deixou de usar a marca BeFly, retomando sua antiga identificação pela qual é conhecido desde os anos 1980.

Segundo a assessoria de imprensa dos dois espaços, o contrato de naming rights firmado com a BeFly em junho de 2024 foi encerrado, o que motivou a retomada dos antigos nomes.

Apesar do encerramento do vínculo com a holding, as duas casas revelam que a mudança não provocará impacto na programação, nos contratos vigentes ou no atendimento a clientes, produtores, parceiros e público. “Não houve mudança na administração do Minascentro e do Arena Hall. Os espaços seguem com suas atividades normalmente”, informaram as duas empresas em nota.

Trajetória marcada por mudanças

Presente na cena cultural de Belo Horizonte há 23 anos, o Arena Hall surgiu no mercado de eventos e entretenimento da cidade, em 2003, como Marista Hall. Depois assumiu a marca Chevrolet Hall.

Por causa do fim do contrato com a montadora alemã, em 2016, a casa foi rebatizada com o nome BH Hall, até que, em 2017, com um contrato de patrocínio com a rede de postos Ipiranga, passou a se chamar Km de Vantagens Hall.

Cinco anos depois, em 2022, o local começou a ser identificado como Arena Hall, posteriormente BeFly Hall e agora, volta à identidade anterior.

O que são os naming rights

Naming rights são acordos comerciais em que empresas adquirem o direito de associar suas marcas ao nome de espaços, arenas, estádios ou eventos por um período determinado. Em troca, os proprietários desses empreendimentos recebem recursos financeiros que ajudam a custear operações, melhorias e investimentos.

Em Belo Horizonte, exemplos desse modelo incluem a Arena MRV, estádio do Atlético, que comercializou os direitos de nome para uma empresa do mercado imobiliário.

Sobre o autor

Daniel de Andrade

Repórter do Diário do Comércio. Graduado em Jornalismo pela PUC Minas, com experiência em comunicação corporativa e assessoria de imprensa. LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/daniel-de-andrade-1b845526

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