Eskive escala solução de cibersegurança e projeta dobrar faturamento
A Eskive, empresa mineira especializada em cibersegurança, está crescendo no mercado diante da forte demanda por ferramentas que ajudem as empresas a se protegerem das ameaças digitais. No ano passado, a empresa registrou incremento de 49% no faturamento e a expectativa é dobrar o resultado em 2026. Para isso, a empresa mudou a direção dos negócios, deixando de atuar primariamente com projetos personalizados para se consolidar como uma solução contínua de mensuração e redução de risco. A mudança permite um atendimento amplo e aplicável à diversos tipos e porte de negócios.
Conforme a CEO da Eskive, Priscila Meyer, a empresa trabalha na capacitação dos funcionários e terceiros de empresas com o objetivo de proteger as informações e dados do cibercrime. Fundada em 2009, a empresa percebeu a crescente lacuna entre a evolução tecnológica e a capacidade humana de acompanhá-la, especialmente na segurança da informação.
“A atuação da Eskive foca na preparação de pessoas dentro das empresas para protegerem dados. Isso é feito por meio de treinamentos e simulações de ataque, que visam identificar e mitigar riscos antes que ataques legítimos ocorram. Nosso propósito é ajudar as empresas a treinar e capacitar seus funcionários, terceiros, todas as pessoas que lidam com dados das empresas a proteger essas informações”, explicou Priscila Meyer.

Os produtos e serviços oferecidos pela empresa incluem treinamentos periódicos e simulações de ataque, que são entregues de forma digital. A empresa trabalha buscando estar sempre à frente das ameaças, desenvolvendo conteúdos e simulações que abordam os golpes mais recentes.
A Eskive atende a todos os segmentos e tamanhos de empresas, já que todas as organizações são compostas por pessoas e estão sujeitas à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Por oferecer uma solução de forma digital, a Eskive possui clientes em todo o Brasil, já atendeu mais de 300 empresas e capacitou mais de 1 milhão de colaboradores.
“A porta de entrada do criminoso nas empresas são as pessoas e, por isso, precisamos empoderá-las para que elas reconheçam uma ameaça e consigam se proteger e proteger, consequentemente, as informações da empresa. O mercado é enorme, porque toda empresa é um CNPJ, mas o CNPJ é composto por pessoas”, destaca a CEO.
Atualmente, um dos setores que mais demanda pelos serviços de cibersegurança é o industrial. “Hoje, a indústria está se tornando um dos segmentos mais afetados devido ao alto custo de paralisação e por afetar diversas outras cadeias. O mercado financeiro também continua sendo um foco, impulsionado por regulamentações mais rígidas do Banco Central”, disse.
Com a metodologia escalável, visando entregar informações de forma mais rápida aos usuários e de forma contínua, o plano da empresa é expandir a atuação em 2026, com isso, a estimativa é dobrar o faturamento.
“Agora, nós criamos uma metodologia que conseguimos escalar o atendimento. É importante para o crescimento da empresa e, mais do que isso, iremos chegar com a informação para o usuário o mais rápido possível. O benefício vai além, porque quando atendemos as empresas, atingimos também o cidadão brasileiro que poderá se proteger do cibercrime“, ressalta Priscila Meyer.
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