‘OAB da Medicina’ pressiona formação e impulsiona mercado de edtechs
A era do “diploma garantido” na medicina brasileira chegou ao fim, dando lugar a um gargalo de atenção e exigência sem precedentes. O gatilho foi duplo: de um lado, os resultados alarmantes do Enamed, onde 107 cursos receberam notas insuficientes do MEC; do outro, a aprovação do projeto de lei do Profimed pelo Senado – o exame de proficiência já apelidado de “OAB da Medicina”.
Nesse cenário de incerteza regulatória e lacunas na formação, o mercado de preparatórios está sendo forçado a evoluir da simples “entrega de conteúdo” para a “gestão de performance”.

É nesse contexto que a edtech AproveMed surge com um investimento de R$ 500 mil e uma proposta que ataca a maior dor do estudante atual: a sobrecarga cognitiva. Idealizada pelo anestesiologista Tchalton Amador Correa, a plataforma utiliza Inteligência Artificial para monitorar não apenas o desempenho acadêmico, mas indicadores de estresse e rotina física.
“A lógica não é volume, mas eficiência. Preparação estratégica, com equilíbrio, tende a gerar melhores resultados tanto na prova quanto na prática clínica”, defende Correa.
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