Patrimônio natural de BH poderá ganhar reconhecimento internacional
Importante patrimônio cultural e natural de Belo Horizonte poderá ganhar reconhecimento internacional em breve. No último sábado (21), a prefeitura da capital mineira assinou protocolos de candidatura do Parque das Mangabeiras como Geoparque da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O acordo, que também busca maior valorização do Conjunto Moderno da Pampulha, foi formalizado durante o “Seminário Internacional Territórios Hídricos: reconectando pessoas e natureza por meio da água“, realizado no Museu de Arte da Pampulha.
O evento reuniu autoridades e representantes de instituições nacionais e internacionais, incluindo o secretário municipal de Meio Ambiente de Belo Horizonte, João Paulo Menna Barreto; membros da Unesco; além do presidente da Fundação Oscar Niemeyer, José Fernando Aparecido de Oliveira.
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Preservação ambiental e valorização do território
Segundo Barreto, o reconhecimento do Parque das Mangabeiras como geoparque representará o reconhecimento do valor geológico e ambiental do espaço, além da preservação ambiental e valorização do território.
Ainda de acordo com o secretário, já estão em andamento medidas para fortalecer a candidatura. Entre elas, a determinação da prefeitura de impedir novas ações de degradação na Serra do Curral, além de iniciativas voltadas à recuperação de áreas já impactadas.
O documento com a candidatura está em processo de construção para ser entregue ainda no primeiro semestre deste ano. A expectativa é de que o resultado seja conhecido até o fim de 2026, após análise técnica da Unesco.
Localizado aos pés da Serra do Curral, o Parque das Mangabeiras Maurício Campos foi criado em 1966, pelo Decreto Municipal nº 1.466, e inaugurado em 1982. Conserva em sua área de 2,5 milhões de m2 e 59 nascentes do Córrego da Serra, que integram a Bacia do Rio São Francisco. O local, que funciona de terça-feira a domingo, das 8h às 17h, recebe cerca de 50 mil visitantes por mês.
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