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Brasil é o 7º país mais feliz do mundo, segundo pesquisa

Com 80% da população se declarando feliz, o país destaca-se na pesquisa global Ipsos Happiness Report 2026
Brasil é o 7º país mais feliz do mundo, segundo pesquisa
A Bandeira do Brasil em um dia de céu azul. | Crédito: Freepik

O Brasil ocupa a 7ª colocação entre os 29 países na lista do Ipsos Happiness Report 2026, pesquisa global que mede os níveis de felicidade da população.

Entre os cerca de 1 mil brasileiros entrevistados, quatro em cada cinco (80%) se declaram felizes ou muito felizes – a média global é de 74% da população.

Por aqui, 28% dos entrevistados se dizem muito felizes; 52%, felizes; 15%, não muito felizes; e 5% se dizem nada felizes – a média global é de 18%, 56%, 22% e 5%, respectivamente.

Para o brasileiro, sentir-se amado é o que mais contribui para a felicidade (34%), seguido da saúde física e mental (31%), relacionamento com a família e os filhos (29%), sentir-se no controle da própria vida (29%) e sentir que a vida tem um significado (27%).

No cenário global, houve uma melhora geral na percepção de felicidade: neste ano, os cidadãos se mostraram mais felizes em 25 dos 29 países pesquisados.

Os países com a maior porcentagem de pessoas felizes são Indonésia (86%), Países Baixos (84%), México (83%) e Colômbia (83%).

Veja o ranking dos países mais felizes:

  • Indonésia (86%)
  • Países Baixos (84%)
  • México (83%)
  • Colômbia (83%)
  • Malásia (81%)
  • Tailândia (81%)
  • Brasil (80%)
  • Austrália (78%)
  • Espanha (77%)
  • Bélgica (77%)
  • Irlanda (77%)
  • Chile (75%)
  • África do Sul (75%)
  • França (74%)
  • Suécia (74%)
  • Polônia (74%)
  • Peru (74%)
  • Canadá (74%)
  • Singapura (73%)
  • Estados Unidos (73%)
  • Alemanha (72%)
  • Índia (72%)
  • Grã-Bretanha (72%)
  • Argentina (72%)
  • Itália (70%)
  • Japão (63%)
  • Turquia (59%)
  • Coreia do Sul (57%)
  • Hungria (54%)

Idade e renda afetam a felicidade

A pesquisa também mostra que, no geral, a felicidade começa alta na juventude, diminui por volta dos 50 anos e depois sobe novamente, atingindo seu pico após os 70 anos. No Brasil, por exemplo, a soma daqueles que têm entre 50 e 74 anos e se dizem “muito felizes” e “bastante felizes” corresponde a 82%, a maior média por faixa etária.

Os dados apresentam ainda uma correlação entre renda e felicidade. Pessoas com renda mais alta tendem a ser mais felizes (79%) do que as de renda mais baixa (67%). Na pesquisa, a amostra de respondentes no nosso País era mais urbana, mais educada e/ou com maior renda do que a população brasileira como um todo.

A situação financeira foi citada como um fator importante por todas as gerações em território nacional, na seguinte ordem: Baby Boomers (68%), Geração X (62%), Millennials (49%) e Geração Z (49%).

“Não importa a sua idade, onde você mora ou quanto você ganha. Se você está infeliz, suas finanças pessoais são a causa mais provável dessa infelicidade”, afirma Lucymara Andrade, diretora de pesquisas na Ipsos, empresa que reuniu os dados.

A pesquisa foi realizada em 29 países entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026. Ao todo, foram entrevistados 23.268 adultos. Os dados são ponderados para que a composição da amostra de cada país reflita melhor o perfil demográfico da população adulta, de acordo com os dados do censo mais recente.

Conteúdo distribuído por Agência Estadão

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